sábado, outubro 15, 2011

Estação de Santo Ovídio abre às 06:00 de sábado

O Metro do Porto anunciou que, às 06:00 de sábado, entra em funcionamento comercial regular o serviço de metro até à nova estação de Santo Ovídio, em Gaia.                         
                                 
                        
A abertura desta estação, a 81.º da rede e a 1.ª subterrânea em Gaia, assinala a conclusão da extensão e requalificação da Linha Amarela.
Em comunicado, a empresa refere que «o primeiro metro do dia sairá de Santo Ovídio às 06:00 e o último às 01:03», acrescentando que «a frequência de passagem no período de maior movimento (horas de ponta) ronda os seis minutos e nos restantes períodos do dia o tempo médio de espera é de 12 minutos».
Esta nova estação está integrada na zona G8, o que significa «que não haverá acréscimo de custos de tarifário para as pessoas que circulam diariamente nesta zona», sublinha a empresa.
Através desta extensão da linha, de cerca de 600 metros, os utentes fazem o percurso Santo Ovídio/São Bento (baixa do Porto) em 10 minutos.
A extensão desta linha representa um investimento total de 36.711 milhões de euros, tendo a obra sido iniciada em 16 de Novembro de 2009.
14.OUT.2011  16:48 / Vida
                         

sexta-feira, outubro 14, 2011

Governo obriga Metro do Porto a cancelar cerimónia de inauguração de Santo Ovídio

A cerimónia de inauguração da Estação de Santo Ovídio da Linha Amarela (D) do Metro do Porto, que estava marcada para sábado, acaba de ser cancelada. A empresa "perde desculpas pelo incómodo".
Amanhã começa a funcionar a última estação da rede
 (PÚBLICO (Arquivo))
A cerimónia prevista passava por um encontro com início na Estação da Trindade, com partida às 10h30, para uma viagem de abertura do novo troço até Santo Ovídio. O evento contava com a presença do conselho de Administração da Metro do Porto, e tinha previsto discursos de Ricardo Fonseca, o presidente da empresa, e também os dos autarcas do Porto, Rui Rio, e de Gaia, Luís Filipe Menezes.
Num comunicado agora divulgado, a empresa diz que "por motivos que são totalmente alheios à Metro do Porto, e na sequência de indicações expressas nesse sentido por parte da Secretaria de Estado dos Transportes, é cancelada a Cerimónia de Inauguração". No mesmo comunicado, pede desculpas "a todas as entidades públicas e privadas convidadas para o evento pelo súbito e imprevisto cancelamento do mesmo". Estavam convidadas cerca de 300 pessoas, apurou o PÚBLICO, para uma cerimónia que seria "necessariamente sóbria".
A ordem veio do gabinete do secretário de Estado, Sérgio Monteiro, que impôs que por "inauguração" se entendesse apenas a abertura ao público e o arranque da operação comercial regular naquela linha. Fonte do gabinete confirmou ao PÚBLICO que depois do anúncio ontem do primeiro-ministro, e da apresentação pública das linhas gerais do duríssimo Orçamento de Estado com que o país se vai governar em 2012, todos deverão perceber que não há margem para fazer grandes inaugurações.
Esta "proibição" enviada na véspera do evento, apanhou muita gente de surpresa. Da câmara de Gaia, ainda chegaram convocatórias, às 12h00, para o evento onde Luís Filipe Menezes entraria às 10h30 da manhã na estação "Câmara de Gaia" para receber os convidados com destino à estação de Santo Ovídeo. Mas a notícia do cancelamento surgia vinte minutos depois.
Já durante a tarde, o presidente da câmara de Gaia, Luís Filipe Menezes, envia uma nota onde dá conta da sua concordância com a decisão do governo, e que considera "adequada à época de austeridade em que vivemos, nomeadamente quando estão em causa investimentos cuja conceptualização foi marcada por excessos despesistas".
Mas não resiste a, de algum modo, assinalar a data, e anuncia a pretensão de visitar, acompanhado dos vereadores, não a Estação de Metro, mas a Rotunda de Santo Ovídio, "o ponto nevrálgico da obra" para o qual a autarquia deu "um importante contributo para a sua concepção e construção".
14.10.2011 - 11:53 Por Luísa Pinto

segunda-feira, outubro 10, 2011

Fusão do Metro do Porto arrisca compensação à Barraqueiro

Uma futura fusão entre as operações do Metro do Porto e da STCP pode colocar problemas à empresa que gere o sistema de metropolitano ligeiro da cidade. Isto porque pode ser necessário alterar os pressupostos do contrato de concessão, implicando que a empresa tenha que compensar a Via Porto (grupo Barraqueiro) pela alteração.
Por outro lado, esta questão pode dar mais fôlego ao processo que a Transdev interpôs contra a Via Porto a pedir a "caducidade" da adjudicação. Recorde-se que até 2010 foi a Transdev a concessionária do sistema de metro da cidade do Porto, mas quando o prazo da concessão chegou ao fim, o anterior Governo lançou um novo concurso que adjudicou ao grupo Barraqueiro. Esse contrato foi adjudicado tendo por base uma organização da empresa Metro do Porto que pode vir a ficar muito diferente e que, por isso, deverá dar lugar à renegociação do contrato. Neste caso, o Estado terá que ter em atenção os níveis de tráfego do metro, visto que, mesmo que desçam bastante, terá sempre que pagar ao consórcio.
10 Outubro 2011 | 07:49
Alexandra  Noronha - anoronha@negocios.pt

sexta-feira, outubro 07, 2011

Reacção dos sindicatos à fusão

O Metro do Porto e a STCP vão passar a ser uma só empresa. A medida, anunciada esta sexta-feira pelo Governo, só vem «juntar mais problemas», na opinião do Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos (STRUN). Já outro sindicato admite que a fusão é vai ser «benéfica».
Do lado da STURN, «não sabemos bem o que vai acontecer, mas achamos que é uma desresponsabilização do Governo porque são duas empresa que nada têm em comum», referiu o presidente daquele sindicato, Fernando Oliveira, em declarações à agência Lusa.
«A STCP é uma empresa com preocupações sociais» e faz parte do setor empresarial do Estado, ao passo que a Metro do Porto é «uma empresa semiprivada cujo objectivo é ter lucro», visto que a sua operação e manutenção foi entretanto subconcessionada ao consórcio ViaPorto.
«Para nós é ponto assente que a fusão não dá qualquer garantia de que vai melhorar a mobilidade da população da região do Porto, que por isso não vai ter benefício nenhum» com a medida, acrescentou Fernando Oliveira, frisando, porém, ser a favor de uma «gestão rigorosa» das duas empresas.
STCP «totalmente contra»
A Comissão de Trabalhadores da STCP declarou-se «totalmente contra» a fusão, por serem duas empresas com «realidades diferentes».
«A Metro do Porto já se orienta por linhas de privatização e a STCP não, é uma empresa do sector empresarial do Estado na íntegra», apontou o presidente daquela estrutura, Ricardo Cunha.
«Isto é única e simplesmente, uma privatização à la carte». A decisão «pode pôr em causa postos de trabalho e condicionar direitos dos trabalhadores, o que liminarmente repudiamos».
Ricardo Cunha criticou ainda «o secretário de Estado dos Transportes e o ministro da Economia por denegrirem os trabalhadores» com declarações sobre as «mordomias» que estes terão.
Fusão «benéfica» porquê?
O Sindicato Nacional dos Motoristas, com forte implantação na STCP, admitiu, por sua vez, que a «fusão será benéfica, porque vai criar uma única empresa, com uma única administração».
«Mas não sabemos quais os objectivos concretos pretendidos», ressalvou também o seu presidente, Jorge Costa.
«Vamos ter de aguardar mais uns dias». O responsável lamentou «as declarações que têm vindo a público através de pessoas com algumas responsabilidades sobre as regalias que os trabalhadores possuem, que não correspondem à realidade».
A administração da STCP e da Metro do Porto informaram a agência Lusa, através de fontes oficiais, que «por enquanto» e «oficialmente» nada têm a dizer sobre as intenções governamentais.
PorRedacção  V  2011-10-07 20:40

Transportes: as fusões que aí vêm

Empresas estão numa situação «insustentável». Governo quer programa de investimentos «responsável»
É mais do que um dois em um: o Governo pretende fundir seis empresas de transportes em três. Metro de Lisboa e Carris passam a ser a Empresa de Transportes de Lisboa, Trantejo e Soflusa passam a integrar uma empresa designada apenas por Transtejo e Metro do Porto e STCP dão lugar à Empresa de Transportes do Porto.
Isso mesmo foi anunciado esta sexta-feira pelo ministro da Economia na Comissão de Economia e Obras Públicas, durante a apresentação das linhas gerais do Plano Estratégico dos Transportes. Neste documento, admitiu, há «medidas impopulares».
Ainda ontem, na TVI24, Marques Mendes antecipou-se ao Governo, adiantando que o Executivo se preparava para efectuar fusões entre algumas destas empresas de transportes.
Hoje, o ministro da Economia acabou por esclarecer quais eram e disse ainda que «importante também, para travar a situação insustentável [em que se encontram estas empresas] é avançar com um programa responsável de investimentos».
Esses investimentos «só avançarão se aumentarem a competitividade» ou se não se fizessem viessem a «comprometer a segurança dos passageiros».
O Metro de Lisboa reagiu a este anúncio comentando apenas que «cumpre as orientações do accionista».
Quanto à fusão entre do Metro do Porto e a STCP, os sindicatos não têm opiniões consensuais.
No caso da Transtejo, o grupo apoia a decisão, enquanto os sindicatos querem mais esclarecimentos.
Transportes marítimos: que medidas?
Em relação ao mar, um «activo estratégico», que representa «72% do comércio internacional», Álvaro Santos Pereira adoptou outro discurso: a ideia é levar avante um «esforço da manutenção do investimento».
E avançou com números: o investimento a realizar «será na ordem dos 2,5 milhões de euros».
Sobre o TGV, o ministro disse que, «mais do que projectos megalómanos sem viabilidade financeira, é muito importante que Portugal tenha uma linha de mercadorias [ligada] à Europa». E é por aí que vai trilhar caminho.
Ficou ainda a garantia de que o novo aeroporto não vai avançar, embora o Governo não descarte que o projecto vá avante no futuro.
E, no que toca às SCUT, Santos Pereira assegurou que todas vão ter portagens até ao final deste mês.
PorRedacção  VC 2011-10-07 17:19

terça-feira, outubro 04, 2011

Mais de 6.300 utilizadores já instalaram o iMetroPorto

Diário Digital

A Metro do Porto anunciou hoje que 6.319 utilizadores já instalaram a aplicação gratuita para telemóveis e “tablets” que permite obter em tempo real informações sobre toda a rede, como preço dos percursos e horários.                                                                          

“O sucesso da aplicação que disponibiliza ‘tudo sobre o metro em todo o lado’ é expresso nos números de downloads que já foram feitos em apenas duas semanas, nos comentários e avaliações positivas dos utilizadores e no carácter inovador do sistema”, refere a empresa em comunicado.

Denominada iMetro, esta aplicação, que está disponível em português e inglês, pode ser descarregada na iTunes Store ou no Android Market.

O iMetroPorto permite consultar horários, preços, estações, percursos e serviços complementares à rede. Através do planeamento de viagem, o utilizador sabe de imediato o custo do título e da assinatura mensal desse percurso, o tempo previsto da viagem e o de espera.

Diário Digital / Lusa

terça-feira, 4 de Outubro de 2011 | 13:49


sábado, outubro 01, 2011

Metro do Porto em Santo Ovídio em meados de Outubro


A Metro do Porto inaugura na segunda semana de Outubro a extensão da linha Amarela até Santo Ovídio, em Gaia, a sua última obra adjudicada, desconhecendo-se quando poderá a empresa lançar novos carris na Área Metropolitana do Porto.
A obra, que representa um investimento global de cerca de 31 milhões de euros e arrancou em finais de 2009, implicou a construção de um túnel a cerca de oito metros de profundidade, sob a rotunda de Santo Ovídio.
De acordo com fonte da empresa, esta sexta-feira reabrem ao trânsito todos os acessos até agora condicionados devido à obra, com excepção da ligação subterrânea da autoestrada A1 (Porto-Lisboa) à rotunda.
É neste túnel que se situa a nova estação do metro - Santo Ovídio -, a primeira subterrânea em Gaia, que através da abertura de 26 clarabóias recebe luz directa, conta com elevadores, escadas rolantes e rampas de acesso.
O túnel acolhe também a circulação rodoviária de ligação da A1 à avenida da República, por baixo da plataforma ferroviária.
Esta ligação rodoviária não está, porém, ainda concluída, faltando apenas colocar alguns equipamentos, como ventilação e videovigilância, acrescentou a fonte da empresa.
A construção deste túnel implicou a utilização de 13.900 metros cúbicos de betão, 1.570 toneladas de ferro e o equivalente a 10 quilómetros em estacas.
No âmbito desta empreitada foi também construída a interface Metro/Bus de D. João II, bem como a pala de cobertura desta estação, melhorando a comodidade e qualidade do serviço nesta linha.
A intervenção do Metro do Porto em Santo Ovídio, que sofreu atrasos de meio ano, envolveu ainda uma requalificação urbanística naquela que é uma das principais portas de entrada do centro de Gaia.
No âmbito da segunda fase de desenvolvimento da rede estava prevista a extensão desta linha a Laborim e a Vila D'Este, mas a crise obrigou a suspender o processo.
A Metro do Porto enviou em Dezembro do ano passado à tutela o processo para o lançamento do concurso público das linhas da segunda fase, mas o anterior governo decidiu suspendê-lo.
Neste pacote de expansão da rede está prevista ainda a construção da nova linha de Campanhã a Valbom (Gondomar), da ligação Matosinhos Sul-Estação de S. Bento (Porto) e da linha Senhora da Hora -Hospital de S. João.
A ligação à Trofa esteve também incluída nesta fase, contudo, o concurso para a sua construção foi anulado em Dezembro de 2010.
2011/09/30

quinta-feira, março 13, 2008

Ryanair oferece viagens a partir do Porto

Turisver


A Ryanair está hoje a oferecer bilhetes para os seus voos à partida do Porto, na estação de Metro da Trindade.
Para ganhar um bilhete grátis para qualquer um dos destinos da companhia a partir do Porto basta dirigir-se à estação de Metro da Trindade, no Porto, ao meio-dia, na zona exterior da entrada principal, com um símbolo de um dos países para onde pretende viajar. Formada uma fila, as primeiras 100 pessoas receberão bilhetes duplos.
A Ryanair oferece o voo, não as taxas, que em qualquer caso não ultrapassam os 64 euros (ida e volta). Madrid, Barcelona-Gerona, Valência, Bristol, Milão-Bergamo, e Dublin, são os destinos da Ryanair a partir do Porto.

2008/03/13

Metro "rouba" passageiros à STCP

Universidade do Porto


STCP apresenta resultado líquido negativo de 26.680 milhões de euros, atingindo situação de falência técnica e com recuperação difícil prevista.

Os proveitos operacionais da STCP (Sociedade de Transportes Colectivos do Porto) no ano de 2007 foram 3% inferiores aos do ano anterior, devido exclusivamente à diminuição das receitas que resultam da prestação de serviços. Os dados foram divulgados esta terça-feira durante a sessão de apresentação do relatório de contas anual da empresa.

A diminuição dos proveitos provenientes da prestação de serviços, que são uma fatia de cerca de 73% do bolo total de receitas, deve-se principalmente a uma quebra da procura resultante da concorrência de outros meios de transportes como o Metro.

Os custos operacionais explicam-se pelo investimento de 23 milhões de euros na nova frota, que conta agora com 80 novos autocarros a gás natural. A remodelação remonta a 1998 e desde então a empresa ja despediu 1.189 trabalhadores que ocupavam empregos agora considerados obsoletos. No ano passado, num esforço de contenção nos custos operacionais, a empresa despediu mais 50 trabalhadores. Quanto aos custos financeiros houve um aumento considerável de 45% que traduz o aumento da dívida de médio e longo prazo, que passou de 111 milhões para 231 milhões.

O ano de 2007 foi um ponto de viragem para a STCP, segundo o relatório de contas. Foram implementadas novas redes de transportes e um novo sistema de venda de bilhetes. Enquanto operador mais importante da Área Metropolitana do Porto, a STCP transporta cerca de 62% dos utentes de transportes públicos. Mais de metade da frota é a gás natural o que resultou numa poupança da 1,8 milhões em 2007 para a empresa e uma diminuição de 10% na emissão de CO2 em relação ao ano anterior.

Prejuízo no serviço social

O insuficiente tarifário social levou a STCP a investir 6,3 milhões de euros. O serviço social consiste nas denominadas linhas Z (serviço nocturno, fins de semana e a rede de madrugada) que apresentam prejuízo. Apesar de a utilização dos transportes públicos na Área Metropolitana do Porto ter crescido 9% nos últimos quatro anos o apoio do Estado continua a ser muito reduzido.



Metro do Porto admite a concurso todas as oito propostas

Dinheiro Digital


As propostas dos oito consórcios que concorreram à construção da linha de Gondomar do Metro do Porto foram todas admitidas, após a análise da comissão constituída para o efeito, disse hoje à Lusa fonte ligada ao processo.

A maior parte das empresas que integram os consórcios concorrentes é portuguesa, havendo três constituídos unicamente por empresas nacionais.

É o caso do que integra a Mota-Engil, a Somague e a Soares da Costa (as três maiores empresas nacionais do sector), a Monte Adriano e a Efacec.

Outra proposta junta a Lena, a Abrantina e a Bento Pedroso e o terceiro consórcio nacional integra a Conduril e a Tecnovia.

As espanholas Isolux e Corsan-Corvian concorrem com as nacionais DTS (Domingos da Silva Teixeira) e Alexandre Barbosa Borges (ABB), enquanto a Teixeira Duarte (número quatro do sector em Portugal) se apresenta com a OFM e a francesa Thales.

A Ramalho Rosa, a FDO, a Gabriel Couto e a espanhola FCC aparecem também juntas numa proposta, enquanto a Zagope concorre com a Hagen e a Siemens e a Edifer aparece aliada à Opway.

A linha de Gondomar terá cerca de 6,5 quilómetros de extensão e um total de dez estações, ligando o Estádio do Dragão à Venda Nova, em Rio Tinto, Gondomar.

O prazo de execução é de 21 meses a contar da data de adjudicação e inclui um túnel com 980 metros de extensão.

Saindo do Estádio do Dragão, a linha vai à estação de Contumil da CP, ainda no Porto e toca o Parque Nascente, centro de Rio Tinto e zona da Lourinha.

O início de operações desta linha está previsto para final de 2010 ou início de 2011.

Está estabelecido, nos termos do concurso, que, para o apuramento do consórcio vencedor, o preço terá um factor de ponderação de 40 por cento, tanto quanto o atribuído à qualidade técnica do projecto.

Os restantes 20 por cento vão para o prazo de construção.


Diário Digital / Lusa

11-03-2008 16:04:00

sábado, março 08, 2008

Metro com carruagens mais rápidas

Póvoa Semanário


A Linha de Metro que faz a ligação entre a Póvoa de Varzim e o Porto irá disponibilizar, até ao final deste ano, as novas carruagens que vão conferir mais velocidade ao trajecto e oferecer maior comodidade aos passageiros. A revelação foi feita por Mário Almeida, presidente da Câmara Municipal de Vila do Conde – e membro do Conselho de Administração da empresa Metro – entidades que ontem estiveram reunidas para fazer um ponto de situação das obras em curso e dos projectos a serem realizados no concelho no âmbito do metropolitano de superfície.

Miguel Pinto

segunda-feira, março 03, 2008

Exercício da Protecção Civil vai paralisar linha do Aeroporto domingo de manhã

RTP


Porto, 29 Fev (Lusa) - O serviço do Metro do Porto vai ser interrompido, domingo de manhã, na Linha E (Linha do Aeroporto), entre as 09:30 e as 12:30, devido à realização de um exercício da Protecção Civil, disse hoje à Lusa fonte da empresa.


O exercício que é realizado em articulação com as forças de Protecção Civil, envolve um simulacro de acidente no túnel que antecede a Estação do Aeroporto, na Linha E (Violeta), acrescentou a fonte da empresa.

Este exercício de Protecção Civil obrigará ao condicionamento da circulação neste mesma linha, entre a Estação dos Verdes e a do Aeroporto, naquele horário.

Durante o decorrer do simulacro, denominado "Exercício Violeta", o Metro do Porto disponibiliza um serviço de transportes alternativos em autocarro, válido para clientes portadores de título Andante.

Este serviço tem paragem nas estações dos Verdes, Botica e Aeroporto, garantindo a mobilidade de todos os clientes do sistema.

De igual modo, estão assegurados todos os mecanismos de informação e encaminhamento.

Este é o nono exercício de Protecção Civil executado na rede do Metro do Porto desde o início da operação experimental, em 2002.


PF.


Lusa/Fim

© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-02-29 18:20:01



Metro em S. João da Madeira "é fatal como o destino"

Labor


Convidado para falar sobre a mobilidade urbana na Grande Área Metropolitana do Porto na qualidade de vice-presidente da Junta Metropolitana do Porto, Castro Almeida voltou a garantir, na última quinta-feira, que o Metro do Porto chegará a Santa Maria da Feira e S. João da Madeira. Em resposta às vozes que contestam essa expansão, o presidente da câmara disse mesmo “não lhe passar pela cabeça que não haja metro em S. João da Madeira”, reconhecendo, no entanto, que a rede deste não será igual àquela que opera no Porto. “Seria impensável entrar em S. João da Madeira e parar de 800 em 800 metros até ao Porto”, alega Castro Almeida, preocupado em garantir, sim, a conexão entre as duas linhas.

“É fatal como o destino que vai haver metro em S. João da Madeira e Santa Maria da Feira, assim como há a 30 quilómetros a norte do Douro”, vaticinou.


O presidente da câmara falava no Europarque durante um seminário sobre “Mobilidade Sustentável”, organizado pela EDV Energia, onde aproveitou ainda para questionar o atraso no arranque das Autoridades Metropolitanas dos Transportes, previstas para o Porto e Lisboa.


Recorde-se que os geógrafos Álvaro Domingues e Rio Fernandes manifestaram-se recentemente contra a expansão do metro até S. João da Madeira, recomendando antes o recurso a comboios suburbanos. Questionado pelo LABOR, Castro Almeida não esclareceu se aceita ou não a sugestão dos especialistas.



Por: Anabela S. Carvalho

domingo, março 02, 2008

Entre em palco nas Estações do Metro

Newsletter Metro do Porto


«Life & Go!»: Entre em palco nas Estações do Metro


O Metro do Porto, em parceria com a Vodafone e com o Rock in Rio Lisboa, leva a música às estações da rede. Na próxima semana, os palcos do Metro estão abertos à participação de todos, com muita música e animação.
Nesta acção «Live & Go!», os clientes são convidados a cantar com a banda Vodafone Música e a poder ganhar bilhetes para o Rock in Rio 2008.
O «Life & Go!» tem três sessões diárias – às 8H30, 13H00 e 18H00 –, em três estações do Metro do Porto: Bolhão (no dia 3 de Março), Campo 24 de Agosto (dia 4 de Março) e Casa da Música (dia 5 de Março).

Mais informações sobre o Vodafone «Life & Go!»

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Greve das 07:00 às 09:00 entre 2ª e 6ª-feira

Diário Digital


A Metro do Porto anunciou hoje que poderão ocorreu «alguns condicionamentos pontuais no serviço» entre segunda e sexta-feira, das 07:00 às 09:00, devido a uma greve convocada pelo Sindicato Nacional dos Maquinistas do Caminho-de-Ferro (Smaq).

Contactado pela agência Lusa, Ilídio Pinto, do Smaq, referiu que a greve se deve à interrupção pela Trandev, operadora do Metro do Porto, das negociações sobre o acordo de empresa e o regulamento de carreiras.

Ilídio Pinto salientou que a principal reivindicação do sindicato, que a Transdev ainda não aceitou, é o pagamento de subsídio de transporte aos trabalhadores que têm de utilizar automóvel próprio para se deslocar para o trabalho.

«Há maquinistas que têm de se deslocar às 03:30 ou 04:00 de sua casa para o local de trabalho utilizando o carro próprio, porque não têm transporte público», afirmou.

Ilídio Pinto referiu que o sindicato vai contestar o despacho do Governo que decretou os serviços mínimos para esta greve, por considerar que a decisão «não é legal».

«Isto não são serviços mínimos. Na Linha Verde, por exemplo, que tem 10 comboios por hora, obrigam-nos a passar com seis. É mais do que 50 por cento», salientou.
O despacho obriga a um mínimo de 36 maquinistas a trabalhar nas duas horas de greve.

Segundo Ilídio Pinto, trabalham no Metro do Porto cerca de 200 maquinistas, dos quais 180 são sindicalizados no Smaq.



Diário Digital / Lusa

25-01-2008 19:46:00


segunda-feira, fevereiro 18, 2008

Metro em Festival de Cinema em Paris

Metro do Porto

om a curta-metragem «Homenzinho», de Tiago Guedes

O Metro do Porto foi seleccionado para a competição oficial do 16º Festival CinéRail – Festival Internacional de Cinema, Comboios e Metro –, que tem lugar em Paris, França, entre 20 e 26 de Fevereiro. O Metro do Porto apresenta-se nesta prestigiada mostra internacional de cinema promovida pela International Union of Railways – UIC com a curta-metragem «Homenzinho».

O filme português a concurso neste certame dedicado ao cinema sobre e com comboios e metros é a curta-metragem «Homenzinho», dirigida por Tiago Guedes, Jorge Coelho e Rita Barbosa, numa co-produção Curtas Vila do Conde e Take it Easy, patrocinada pelo Metro do Porto no âmbito do Festival de Curtas Metragens de Vila do Conde.

Com participação de António Durães, Rodrigo Santos e João Maya, a acção de «Homenzinho» decorre quase inteiramente no sistema do Metro do Porto. São 6 minutos e 15 segundos de ficção no espaço das linhas e das estações da rede.

O CinéRail 2008 reúne cerca de 50 filmes e documentários originários de 20 países (França, China, Alemanha, Inglaterra, Dinamarca, Itália, Espanha, Canadá, Austrália, Estados Unidos, entre outros). O Metro do Porto é a única representação portuguesa no Festival. Dirigido não apenas a profissionais e especialistas do sector dos transportes e, concretamente, dos comboios e metros, mas ao público em geral, o 16º CinéRail é dos principais acontecimentos culturais agendados para este mês em Paris, integrando, entre os membros do seu júri, nomes relevantes do cinema e das artes francesas. Nesta 16ª edição, o CinéRail atribui prémios nas categorias de Ficção, Documentário e ainda um prémio do público.

O 16º CinéRail decorre simultaneamente em dois espaços da capital francesa: no "Les 7 Parnassiens" Cinema Theatre (98, Boulevard du Montparnasse) e na sede da International Union of Railways – UIC (16, Rue Jean Rey). A curta-metragem «Homenzinho», apresentada pelo Metro do Porto, é exibida neste local, na tarde de sexta-feira, dia 22 de Fevereiro.


Site do Festival CinéRail.

Metro do Porto, 15 de Fevereiro


segunda-feira, janeiro 28, 2008

Maquinistas em greve contra interrupção de negociações

TSF
( 09:32 / 28 de Janeiro 08 )


Os maquinistas do Metro do Porto paralisaram esta segunda-feira entre as 7:00 e as 9:00 em protesto contra a interrupção das negociações para um Acordo de Empresa e a Regulamentação de Carreiras. Estes funcionários repetem esta greve neste mesmo horário até sexta-feira.

Os maquinistas do Metro do Porto paralisaram durante a manhã desta segunda-feira, entre as 7:00 e as 9:00, em protesto contra a interrupção das negociações sobre o Acordo de Empresa e a Regulamentação de Carreiras.

Ouvido pela TSF, o sindicalista Ilídio Pinto explicou que o acordo de trabalho que os funcionários do Mero portuense pretendem «pressupõe um regime de trabalho, um horário, as entradas e saídas de serviço».

«A Transdev obriga os trabalhadores a entrara a qualquer hora do dia e da noite. Quem assume as custas deste transporte é o trabalhador e o trabalhador quer que a Transdev assuma, se não em todo, parte desses mesmos custos», explicou.

Este sindicalista do Sindicato dos Maquinistas exigiu ainda um Regulamento de Carreiras, onde haja «progressão salarial e promoções equilibradas que não sejam discriminatórias e se perspective um futuro melhor para a empresa e para o trabalhador».

Ilídio Pinto contestou ainda o facto de terem sido estabelecidos serviços mínimos para esta paralisação, serviços mínimos que vão ser contestados em tribunal e que, em alguns serviços, exigiram a presença de cem por cento dos trabalhadores.

«Chamam 70 ou 80 por cento dos trabalhadores para esses efectivos sem determinar exactamente e de forma concreta os trabalhadores que são necessários para os serviços mínimos», acrescentou.

Este sindicalista acusou ainda a empresa operadora do Metro do Porto de se ter aproveitado dos maquinistas contratados a prazo «para atenuar os efeitos da greve, esvaziando-a do seu conteúdo».

«Mas não desmobilizou os trabalhadores, porque eles estão determinados para reclamar o direito à contratação colectiva», concluiu.

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Metro do Porto transportou 48 milhões de passageiros em

Diário Digital


O metropolitano do Porto transportou 48 milhões de passageiros em 2007, num ganho de 24,7 por cento relativamente a 2006 e que representa a «conquista» de mais 10 milhões de clientes, anunciou hoje a empresa.

Em comunicado, o conselho de administração da Metro do Porto - que aprovou hoje por unanimidade o Relatório e Contas e o Relatório de Sustentabilidade relativos ao exercício de 2007 - destacou a «significativa melhoria» dos resultados operacionais registado no ano passado, graças ao aumento do número de passageiros transportados e da racionalização da oferta.

Segundo a empresa, a taxa de ocupação em 2007 atingiu o valor médio de 16,3 por cento, numa subida de 2 pontos percentuais em relação a 2006.

Dos dados operacionais do exercício, constata-se ainda um aumento da velocidade comercial global do sistema do metro, que se situa agora nos 27,2 quilómetros/hora (mais 1,9 pontos percentuais do que no ano passado), acrescenta.

Conforme adianta ainda a empresa - que divulgará a versão integral das suas contas só após a aprovação dos seus accionistas - a Metro do Porto conseguiu no ano passado uma taxa de cobertura das receitas sobre custos operacionais de 54,6 por cento (mais 7,2 pontos percentuais do que no ano anterior).

«Trata-se de um valor altamente positivo, que não encontra paralelo nas contas de muitas das empresas de serviço público de transporte de passageiros a nível europeu», refere a empresa.


Diário Digital / Lusa

23-01-2008 18:07:00



"Senti o metro passar por cima e esperei que não me matasse"

Jornal de Notícias


Carla Cruz

"Tive a perfeita noção de que o metro estava a passar por cima de mim. Fiquei quieto e lembrei-me dos filmes em que um veículo passa e o homem escapa ileso". As palavras de João Almeida, 32 anos, fiscal da empresa Metro do Porto há três, pretendiam, ontem, descrever o que sentiu na noite anterior quando, caído na linha, sentiu uma composição do metropolitano roçar-lhe a roupa até rasgar e magoar-lhe a pele. A história parece filme. Mas não é. Para João "é milagre". Escapou ileso. Tem queimaduras na parte inferior do corpo e muitos hematomas."E tive uma estrelinha a olhar por mim".

João estava com um colega, anteontem, cerca das 19 horas, na estação dos Combatentes (Linha Amarela que liga João de Deus, em Gaia, e o Hospital de S. João, no Porto) a fiscalizar os passageiros que saíam da composição vinda do Marquês. A suspeita de que um rapaz de 15 anos não tinha validado o bilhete levou o colega a agir. O adolescente terá reagido mal à abordagem e empurrou o fiscal, aproveitando para se pôr em fuga. João foi atrás dele, agarrou-o, mas terá sido também empurrado. Para a linha.

"Bati com a cabeça no metro que já estava em andamento. E logo senti que deslizava para a linha entre as duas composições. Fiquei deitado, de costas, no meio dos carris", contou ao JN. "Recordo que tive perfeita noção de que estava o metro a passar por cima de mim. Contraí os músculos o mais que pude e esperei que o veículo passasse sem me matar." A sorte esteve do seu lado.

Na estação, a confusão instalou-se. Chamou-se o INEM para socorrer João Almeida, que chegou a perder os sentidos enquanto procurava estar quieto no meio dos carris. E foi chamada a Polícia para deter o rapaz. Diz quem viu que o adolescente estava em pânico. "Julgava que me tinha matado", relata o fiscal que, com as roupas desfeitas e muitas mossas no corpo, foi levado para o Hospital de S. João, de onde só saiu ontem, cerca das 1.30 horas.

Ontem à tarde, ao lado de João,que está acamado, a mulher Bárbara Guimarães não se cansava de falar em sorte. E até sorriu quando o fiscal teve um minuto para brincar com a situação "A minha mãe diz que estou magrinho. Eu agora até lhe digo que estou muito bem. Pelos vistos, estou no ponto ideal", gracejou.

Três vezes agredido

Este não foi o primeiro incidente em que João Almeida se viu envolvido desde que está a trabalhar para a Metro do Porto, depois de requisitado à empresa de segurança de que faz parte. Só nos últimos três meses foi agredido três vezes no exercício da sua função. E, por isso, pondera mudar de profissão. "Há uns meses, outro adolescente rebentou-me a boca. Fui transportado para o hospital e no mesmo dia em que tive alta levei um soco no nariz. Agora, tive esta queda para a linha. São muitas agressões", considera.

"Há uma enorme falta de respeito por nós. É um trabalho que algumas pessoas, principalmente os jovens, não respeitam. De duas vezes que fui agredido, apresentei queixa e os culpados saíram sempre impunes. Ou são adolescentes ou são coitadinhos e ficam sem qualquer punição", afirma o fiscal.

Desta vez, e porque as consequências poderiam ter sido muito graves, João tenciona apresentar queixa contra o agressor e seguir com o processo até às últimas consequências. A mulher apoia-o "Ele [o rapaz] tem de ter consciência de que poderia matar um homem porque não quis pagar 90 cêntimos".


terça-feira, janeiro 22, 2008

Passagem pela Av. Boavista tem grande potencial

Diário Digital



O presidente da comissão executiva da Metro do Porto, Oliveira Marques, afirmou hoje que a passagem do metro na Avenida da Boavista tem um grande potencial de captação de passageiros.

«As conclusões apontam que a Avenida da Boavista é mais eficaz», afirmou Oliveira Marques, que hoje esteve presente na reunião pública do executivo da Câmara do Porto a pedido dos autarcas, explicando o que está previsto e relativamente à expansão da rede do metro.

Segundo referiu, de acordo com o estudo realizado pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP), a passagem na Avenida da Boavista é, das três opções estudadas, aquela que melhor responde ao objectivo de expandir a rede à zona ocidental do Porto.

Esta alternativa passa por fazer a ligação entre as estações Matosinhos-Sul e Casa da Música, subindo a Avenida da Boavista.

Foram ainda estudadas a hipótese de passagem pela Rua Brito Capelo, em Matosinhos, e Castelo do Queijo, desviando depois para o Campo Alegre, bem como prolongar a Linha Amarela a S. Mamede Infesta (Matosinhos) e depois Senhora da Hora.

«O corredor Campo Alegre é alternativo à Boavista, mas nenhum deles é alternativo a S. Mamede Infesta«, sustentou, acrescentando que, contudo, »todas as opções podem coexistir«.

As opções Boavista e S. Mamede Infesta, acrescentou Oliveira Marques, têm ambas uma valia »semelhante em termos de captação de procura e esforço do projecto, mas Boavista resiste a todas as análises, em termos quer de procura quer de tempos«.

O responsável manifestou-se favorável à passagem do metro pela Avenida da Boavista, mas destacou que a ideia que surgiu no âmbito da realização deste estudo - a criação de uma linha circular - é muito importante.

«Se esta linha circular (subterrânea) existisse o seu impacto seria tremendo», afirmou, acrescentando que «há quem aposte para a duplicação da procura» com esta linha.

Esta linha circular «contribuiria para a sustentabilidade da rede», frisou Oliveira Marques, lembrando, contudo, que a construção deste traçado não consta do protocolo assinado entre o Governo e a Junta Metropolitana do Porto.

Esta linha, que permitirá ligar as cinco linhas actualmente em operação, tem um perímetro previsto de nove quilómetros e poderá ser equipada como veículos totalmente automáticos, sem condutor, em funcionamento ininterrupto.

Oliveira Marques adiantou que «esta linha é, para já, uma ideia», prevendo o desenho preliminar do traçado estações em Campanhã, Areosa, Pólo Universitário, Prelada, Casa da Música, um local entre Praça da Galiza/Hospital Santo António/Palácio de Cristal, terminado em S. bento.

Diário Digital / Lusa

22-01-2008 17:46:00