quinta-feira, outubro 25, 2007

Lançamento do Concurso para a Linha de Gondomar

Newsletter Metro do Porto

2007/10/25


O Conselho de Administração da Metro do Porto, SA aprovou na sua reunião de hoje, 24 de Outubro, o lançamento do concurso público para a construção da Linha de Gondomar, no troço Estádio do Dragão – Venda Nova.

O anúncio do lançamento do concurso será agora publicado em Diário da República e no Jornal Oficial das Comunidades, momento a partir do qual decorre o prazo de 88 dias para apresentação de propostas.

O concurso para a construção da Linha de Gondomar, com cerca de 6,5 quilómetros de extensão (dos quais, aproximadamente 1 quilómetro em túnel) e 10 estações previstas, tem um valor de 95 milhões de euros e um prazo de referência para execução de 620 dias.

quarta-feira, setembro 12, 2007

Metro do Porto: Acidente causa problemas

Correio da Manhã
2007-09-04 - 13:08:00



Um acidente ocorrido no Metro do Porto causou, ao final da manhã desta terça-feira, problemas na circulação na linha violeta que faz a ligação entre o Estádio do Dragão e o aeroporto Francisco Sá Carneiro.


O acidente, ocorrido por voltas das 12h00, foi causado por um automobilista que não respeitou um sinal vermelho e atravessou uma rotunda junto à estação 'Botica', acabando por embater numa das composições do Metro.

A circulação passou a ser feita no local apenas numa via, em sistema de vaivém, sendo que os utentes foram também obrigados a fazer um transbordo na estação 'Verdes'. A circulação foi normalizada cerca das 12h50.

sexta-feira, setembro 07, 2007

Metro do Porto e Redbull Air Race

Fonte: Diario Digital/Lusa

Metro do Porto transportou 346.838 passageiros em dois dias

O metro do Porto transportou nos dois principais dias da Red Bull Air Race, sexta-feira e sábado, um total de 346.838 passageiros, o que representa 150 mil validações a mais do que a média, disse hoje fonte da empresa.
O melhor dia de sempre em termos de transporte de clientes foi, no entanto, a 08 de Maio de 2007, uma terça-feira, dia de cortejo da Queima das Fitas em que foram efectuadas 237 mil validações.
Fonte da empresa afirmou à Lusa que na sexta-feira (31 de Agosto) registaram-se 168.529 validações e no sábado (01 Setembro) o número aumentou para os 178.309 clientes.
O número médio de passageiros transportados em dias úteis do mês de Agosto ronda os 123 mil e nos sábados de Agosto foram transportados em média 71 mil pessoas.
«No dia da prova - sábado - foram registadas 106 mil validações acima da média dos quatro sábado anteriores», sublinhou a fonte.
Também a CP afirma, em comunicado, ter batido um recorde no número de passageiros transportados no Norte do País devido à Red Bull Air Race.
Nos dois dias do evento, deslocaram-se de comboio «mais de 264 mil passageiros».
Para responder à «forte afluência do público» interessado em assistir à Red Bull Air Race World Séries, a CP Porto, CP Longo Curso e CP Regional promoveram «um conjunto de desdobramentos e serviços especiais que permitiram o transporte de mais de 264 mil passageiros nos dois principais dias do evento», refere a empresa.
No dia da corrida (sábado), a CP Porto efectuou 56 circulações especiais, o que representou um acréscimo de oferta na ordem dos 45 por cento, no que respeita a comboios urbanos.
«A CP regional e a CP longo curso também adaptaram os seus serviços com desdobramento e mais comboios», acrescenta a empresa.
O Red Bull Air Race World Séries reuniu sábado nas margens do rio Douro no Porto e em Gaia cerca de 600 mil pessoas, segundo dados da organização.
As provas de qualificação, realizadas sexta-feira, juntaram também cerca de 250 mil espectadores nas margens do Douro, o que, segundo a organização, representou o recorde do ano de assistência em provas de qualificação deste campeonato.
A Red Bull Air Race, iniciada em 2005, apresenta-se como «uma competição electrizante em que os pilotos mais talentosos do mundo se desafiam uns aos outros numa corrida aérea de velocidade, precisão e habilidade».
O percurso da corrida no Porto, entre as pontes da Arrábida e Luís I, que se realizou pela primeira vez este ano e deverá repetir-se em 2008 e 2009, foi um dos mais estreitos e rápidos de toda a temporada.
A oitava etapa do campeonato mundial Red Bull foi vencida pelo piloto inglês Steve Jones, com uma diferença de 38 segundos sobre o actual líder do campeonato, o americano Mike Mangold.
A nona etapa vai decorrer dia 22, em S. Diego, EUA, terminando a temporada a 04 de Novembro em Perth, Austrália.
Os 13 aviões acrobáticos e o helicóptero da organização da Red Bull Air Race embarcaram quarta-feira no aeroporto Francisco Sá Carneiro rumo a S. Diego.

segunda-feira, setembro 03, 2007

Estação de Mandim estará concluída até ao fim do ano

Primeiro de Janeiro



Até ao fim do ano a Metro do Porto deverá concluir uma série de obras no concelho da Maia. Os concursos de execução já foram lançados e, no caso da estação de Mandim, a obra já foi entregue. No centro da cidade algumas vias serão requalificadas.



Paulo Almeida

A Metro do Porto lançou no início de Agosto um concurso de concepção e execução de várias obras de inserção urbana no concelho da Maia, ainda referentes à primeira fase da construção da rede do metropolitano de superfície. A empresa vai remodelar as ruas Deolinda Duarte dos Santos e Clotilde Ferreira da Cruz, na freguesia da Maia, e concluir também uma via de ligação entre as ruas, que já está traçada, mas ainda não tem asfalto, nem passeios. A intervenção nestas vias, com uma toponímia em homenagem a duas professoras maiatas, ainda faz parte das contrapartidas acordadas com a câmara pela supressão de trânsito na Rua do Padre António, no centro da cidade.
Até ao fim do ano esta intervenção deverá estar concluída, informou a empresa Metro do Porto. A execução das obras tem um prazo de três meses, mas atribuição do concurso ainda está a decorrer e só termina no final deste mês. As obras estão orçadas em 1,4 milhões de euros.
A intervenção nas ruas Deolinda Duarte dos Santos e Clotilde Ferreira da Cruz implica também a plantação de árvores, ajardinamento, remates de passeios, na zona envolvente à rotunda que foi construída sobre a EN 14 e que faz a ligação à Rua Conselheiro Costa Aroso.
O concurso lançado pela Metro do Porto abrange ainda a zona circundante à estação de metro da Zona Industrial, que foi entretanto alvo de uma remodelação urbana, com a construção de uma extensa rotunda que contem o monumento ao empresário, no início da Avenida Francisco Sá Carneiro.

Estação de Mandim
A estação de metro de Mandim, por outro lado, já está a sofrer obras de inserção urbana, informou a empresa que gere o metropolitano. Esta estação, que fica a nascente da Avenida Sá Carneiro, onde a linha de metro flecte em direcção à Vila do Castelo, não tem acessos pedonais e rodoviários e encontra-se rodeada de eucaliptais. No Inverno, por exemplo, eram frequentes as queixas dos utentes do metropolitano pois tinham que percorrer autênticos lamaçais para chegar aos seus empregos. Segundo a empresa Metro do Porto, o concurso para inserção urbana daquela estação já foi adjudicada e a obra entregue ao empreiteiro. Prevê-se que os trabalhos estejam concluídos até ao fim deste ano, na mesma altura que a remodelação das ruas Deolinda Duarte dos Santos e Clotilde Ferreira da Cruz.

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Mandim
200 validações/dia
Apesar de estar rodeada de eucaliptais, de não ter acessos pedonais e rodoviários, de ter uma iluminação deficiente, a estação de metro de Mandim regista um considerável número de validações. São duas centenas de validações diárias, o que poderá significar que a estação de metropolitano atrairá ainda mais pessoas quando estiver devidamente concluída. A empresa Metro do Porto não soube apontar razões para tão considerável número de utilizadores, mas a sua localização não deverá ser alheia a esse facto. A estação imediatamente anterior, Zona Industrial, tem menos validações que Mandim, talvez porque esta esteja mais próxima de determinado número de empresas.

sábado, setembro 01, 2007

Air Race no Porto

Metro do Porto


Linha Amarela condicionada

A Linha Amarela (D) está condicionada, até ao dia 1 de Setembro, devido à realização da Red Bull Air Race no Porto e por questões de segurança. Assim, nos mesmos períodos em que a prova tem lugar – das 9H45 às 12H15 e das 13H45 às 17H15, no dia 30 de Agosto; das 13H45 às 17H15, no dia 31 de Agosto; das 13H00 às 17H30, no dia 1 de Setembro -, a circulação desta linha fica pontualmente condicionada, sobretudo no troço compreendido entre a Estação de S. Bento e a Estação de General Torres. Para além dos referidos períodos, sempre que houver aviões em prova, no âmbito deste evento, o serviço do Metro poderá ser restringido.

No sábado, 1 de Setembro, ponto alto deste evento desportivo, o Metro do Porto funciona com um serviço reforçado, designadamente na Linha Amarela. O Metro do Porto é a principal opção de transporte para chegar e regressar às zonas ribeirinhas do Porto e de Vila Nova de Gaia. O Metro do Porto funciona ininterruptamente, antes e após a Red Bull Air Race, estando a circulação da Linha Amarela condicionada, apenas, durante a realização da mesma.

Para quem se dirija ao Porto vindo do litoral Norte, nomeadamente através da A28, sugere-se a utilização da Linha Vermelha (B) e das estações de Pedras Rubras e de Custóias. Quem venha do interior Norte, via A4, a recomendação vai no sentido de utilizar a Estação Estádio do Dragão e do ParqueMetro. Para os automobilistas que utilizem a A3 ou a EN14, a opção será tomar o Metro na Estação Parque Maia ou na Estação Fórum Maia.

O Metro do Porto recomenda a compra ou o carregamento antecipado de títulos Andante com viagens de ida e volta, de forma a evitar filas de espera junto às máquinas e aos postos de venda disponíveis em toda a rede.


quarta-feira, agosto 15, 2007

Circulação do Metro do Porto condicionada no domingo

Correio da Manhã


A circulação da rede do Metro do Porto vai estar condicionada no próximo domingo em diversas linhas, devido à realização de trabalhos em vários pontos do sistema.


Em comunicado, a empresa refere que, “a escolha desta data para a realização da intervenção prende-se com a circunstância de se tratar de um período, em concreto, de um dia de menor procura”.

As restrições, entre as 06h00 de domingo e a 01h30 de segunda-feira, são as seguintes: Linha Azul (A), Linha Vermelha (B), Linha Verde (C) e Linha Violeta (E) ficarão sem serviço entre a estação da Casa da Música e a do Estádio do Dragão. A Linha Amarela (D) estará inoperacional entre a Estação do Marquês e a Estação dos Aliados.

A mobilidade dos clientes será assegurada pelas linhas regulares da STCP, que servem as estações sem serviço comercial. Para tal, bastará a validação do título Andante correspondente ao percurso a efectuar.

terça-feira, junho 19, 2007

Metro reforça linha no S. João

Póvoa Semanário

Márcia Vara


A empresa Metro do Porto vai reforçar, na noitada de S. João, o serviço prestado por aquele meio de transporte, não só entre a Póvoa e Mindelo, mas também entre Vila do Conde até ao Porto. Entre as 20h00 (dia 23 Junho) e as 4h00 (dia 24) o metro, que faz a ligação da Póvoa de Varzim até Mindelo, vai passar de 10 em 10 minutos. A partir das 4h00 e até às 6h00, a frequência é de 15 em 15 minutos. Este reforço não se vai registar na linha violeta, que linha ao aeroporto.
Jorge Morgado, da empresa, explicou aos jornalistas que este reforço, que vai fazer com que a linha vermelha preste um "serviço urbano", visa tornar uma "noite dada a alguns excessos muito mais segura e cómoda, uma vez que as pessoas que queiram participar e festejar o S. João de Vila do Conde não têm que viajar de carro".

terça-feira, junho 05, 2007

Greve Geral: circulação no Metro do Porto já foi retomada

Diário Digital

Diário Digital / Lusa

30-05-2007 12:29:00



Depois de ter estado «muito condicionada» durante praticamente toda a manhã, foi já reposta, cerca das 11:00 horas, na totalidade, a circulação na rede do Metro do Porto, a qual havia sido afectada não pela greve, mas por supostos actos de sabotagem. Entretanto, em sectores como a Saúde, a adesão à greve geral oscila, segundo a CGTP, entre os 80 e os 100%.

Segundo os últimos dados da CGTP, a adesão dos trabalhadores no sector da saúde oscila entre os 80 e os 100 por cento durante o período da noite e início da madrugada.

Na área da Educação ainda não há dados sindicais ou oficiais disponíveis, mas Mário Nogueira, dirigente da Fenprof (Federação Nacional dos Professores) na área de Lisboa estão encerradas algumas das principais escolas, nomeadamente as secundárias Passos Manuel, Padre António Vieira e Pedro Nunes.

No Metro e na Transtejo os trabalhadores do Metro e Transtejo não estão a cumprir os serviços mínimos, paralisando a actividade naquelas empresas de transportes, mas CP, Carris e Soflusa estão a funcionar quase normalmente, segundo informações recolhidas pela Lusa junto daqueles operadores.

No Metropolitano, todas as operações estão suspensas desde as 00:00 de hoje.

Embora prevista como serviço mínimo, não há circulação até agora nas linhas Amarela (Odivelas-Rato) e Azul (Amadora-Baixa/Chiado).

Nas ligações fluviais asseguradas pela Soflusa estão a ser cumpridos os serviços mínimos, mas o mesmo não acontece na Transtejo (Belém e Cais do Sodré para Cacilhas, Trafaria e Seixal).

A CP, que durante a madrugada registou «perturbações», anunciou ao princípio da manhã a normalização da circulação nas linhas do Douro e do Vouga, continuando a efectuar-se as ligações previstas nas restantes linhas regionais, bem como os comboios de longo curso.

Na Carris a empresa anuncia níveis «muito baixos» de adesão à greve, com a quase totalidade dos autocarros e eléctricos nas ruas.

A circulação na rede do Metro do Porto, afectada por alegados actos de sabotagem ocorridos durante a madrugada, está «totalmente» normalizada desde as 11:00, revelou à Lusa o porta-voz da empresa, Jorge Morgado.

«Todos os veículos previstos para estarem a operar a esta hora já estão no sistema ou a entrar, está tudo operacional», assegurou o porta-voz da empresa, especificando que, em circunstâncias normais, o Metro do Porto conta com 72 composições em funcionamento.

Cinco voos da companhia low cost Ryanair foram hoje de manhã cancelados no aeroporto de Faro devido à greve geral, não se registando quaisquer problemas nos aeroportos de Lisboa e Porto, disse à Lusa fonte da ANA.

«Esta situação verifica-se porque os bombeiros no aeroporto de Faro aderiram à greve geral», explicou.

«Nos aeroportos de Lisboa e Porto a situação está normal mas no de Faro há problemas», adiantou o porta-voz da ANA- Aeroportos Portugueses, Rui Monteiro, referindo que cinco voos da Ryanair foram cancelados e outros seis voos divergiram para Lisboa.

Nos Açores, a SATA, que assegura os voos entre as nove ilhas do arquipélago, foi obrigada a cancelar seis voos devido à greve geral de hoje, segundo fonte da transportadora aérea.

A greve geral que se cumpre hoje em todo o pais deixou alguns serviços da área da grande Lisboa «anormalmente» calmos, com os próprios grevistas a aproveitarem o dia para tratar de assuntos pessoais.

Helena Lopes da Silva, dirigente do PSR e médica cirurgiã no Hospital Santa Maria, estava hoje cerca das 09:45 nos serviços da direcção-geral de impostos na Loja do Cidadão nas Laranjeiras à espera de ser atendida.

Perante uma Loja do Cidadão praticamente "às moscas", a médica mostrou-se surpreendida com a pouca afluência.

«Isto está vazio. Estou espantada porque julgava que as pessoas aproveitariam o dia da greve para tratar de assuntos como eu fiz», disse à agência Lusa.

A CGTP marcou a greve geral de hoje para exigir uma mudança de rumo para as políticas económicas e sociais de modo a garantir aos portugueses melhores condições de vida e de trabalho.

A última greve geral, também convocada pela CGTP, realizou-se em Dezembro de 2002 contra o Código de Trabalho, que entrou em vigor um ano mais tarde, depois de sofrer muitas alterações.


quarta-feira, maio 23, 2007

"Metro do Porto é dos projectos mais bem sucedidos do país"

Jornal de Notícias

Hugo Silva




O primeiro ministro, José Sócrates, considera que o Metro do Porto "é um dos projectos mais bem sucedidos do país", mas admite que, com o memorando de entendimento assinado ontem, entre o Ministério das Obras Públicas e a Junta Metropolitana do Porto, a segunda fase da empreitada arranca em "melhores condições" do que a primeira. "Com o protocolo, sabemos o que queremos fazer, como o vamos fazer e como será o governo da sociedade [Empresa do Metro]", afirmou José Sócrates, que "apadrinhou" a assinatura do memorando de entendimento, ontem à tarde, no Palácio do Freixo, no Porto.

Após muitos avanços, recuos, negociações e "crispações", como admitiu o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, o memorando de entendimento está assinado. Conforme o JN noticiou, o concurso para a linha de Gondomar até à Venda Nova avança até Setembro; o concurso para a linha de Gaia até Santo Ovídio avança até Janeiro de 2008. Na estrutura accionista, o Estado assume posição maioritária.

"Evoluímos para melhor", sentenciou José Sócrates, tratando de elogiar a "maturidade política" de Mário Lino e Rui Rio.

"Quando há acordo , ambas as partes ganharam", observou o presidente da Junta Metropolitana do Porto. "Foi um acordo difícil e muito mais difícil para a Junta Metropolitana. O Governo tem uma posição, a Junta tem 14. Conciliar posições é um exercício difícil, mas em todos os momentos formais de decisão obteve-se sempre a unanimidade", sublinhou Rio, acrescentando que, com o acordo de ontem, todos os municípios ganham.

"Fizemos um bom trabalho", congratulou-se Mário Lino, reiterando que se chegou a uma solução em que todos se sentem "confortáveis". "O desenvolvimento da segunda fase do Metro do Porto começa já este ano", fez questão de sublinhar o ministro, insistindo que o projecto "tem sido sempre muito acarinhado pelo Governo". "Vamos fazer cerca de 40 quilómetros de novas linhas e investir cerca de 500 milhões de euros", quantificou.

A assinatura do entendimento mereceu muitas palmas. Embora continue a causar desconforto, sobretudo entre autarcas e administradores da Metro, o facto de se mudar uma empresa que, conforme sublinhou José Sócrates, liderou um projecto "bem sucedido".

Já após as intervenções oficiais, Valentim Loureiro, presidente da Câmara de Gondomar e da Metro, tratou de alertar José Sócrates para o facto de ser preciso um despacho conjunto dos ministros das Obras Públicas e das Finanças para que os concursos previstos possam ser efectivamente lançados.

Além das linhas que vão avançar, o acordo prevê o desenvolvimento dos estudos para eventuais ligações futuras entre o Hospital de S. João e a Maia e para o desenvolvimento da rede a sul do Douro.



Linhas que avançam já

Concurso para Linha de Gondomar até à Venda Nova avança até Setembro; concurso para a extensão da Linha Amarela a Santo Ovídeo avança até Janeiro.



Concurso global

Em Janeiro de 2008 será lançado um concurso para a construção da segunda fasee para a exploração e manutenção de toda a rede, a partir de Abril de 2009. Caso não seja possível lançar o concurso no prazo indicado e se perspective um atraso superior a seis meses, deverão ser lançados concursos para a construção das linhas da Trofa e da Boavista.



Linha da Trofa

Os concorrentes à realização da empreitada devem optar por dois cenários via dupla ou em via simples (salvaguardando hipótese de duplicação).



Linha da Boavista

Está incluída no reforço das ligações entre Porto e Matosinhos, mas ainda dependente de estudos, tal como a ligação entre a Senhora da Hora e o Hospital de S. João (via S. Mamede de Infesta). Para evitar "atrasos" no calendário de execução previsto, a Metro deve avançar com os projectos das várias alternativas.



Ligação a Gondomar

Metro deve fazer "rapidamente" os estudos que permitam escolher qual a melhor ligação a Valbom Venda Nova/Gondomar ou Campanhã/Gondomar.



Estado assume maioria

O Estado passa a ter 60% do capital social da Metro. O Conselho de Administração terá sete membros, três dos quais executivos, incluindo o presidente, que será indicado pelo Estado. Os dois vogais executivos serão nomeados também pelo Estado, tal como um não executivo. A Junta Metropolitana do Porto nomeia três administradores não executivos.

quarta-feira, abril 11, 2007

Expansão da rede do Metro do Porto avança antes de 2009

Diário dos Açores

05/04/2007 09:04:9


O Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicações garantiu ontem, em comunicado, que quer iniciar a expansão da rede de metro do Porto antes de 2009 e "tão breve quanto possível".
O gabinete de Mário Lino desmente, desta forma, notícias hoje divulgadas que atribuíam ao Governo a intenção de não iniciar as obras antes de 2009.
Essa informação é "falsa", assegura o comunicado ministerial.
"A posição do Governo assenta no pressuposto de que a construção de novas linhas se deve iniciar tão breve quanto possível, com base num contrato de concessão para a construção, exploração e manutenção dessas linhas", a que se juntará, a partir de Abril de 2009, a exploração e manutenção das linhas actualmente existentes", precisa o comunicado.
Adianta que o modelo proposto pelo ministério à Junta Metropolitana do Porto "é perfeitamente compatível com o início das obras da segunda fase de expansão antes de 2009".
O comunicado foi emitido na sequência de reacções de dirigentes partidários do Porto, nomeadamente do líder do PSD/Porto, Agostinho Branquinho que acusou o ministro de "incompetência e má fé" na gestão do dossier Metro do Porto, reivindicando, por isso, a sua demissão.
Em declarações à Lusa, Branquinho considerou que Mário Lino, "deixou de ter condições políticas para o exercício das suas funções porque é incompetente e revela má fé na condução de um dossier que é determinante para a Área Metropolitana do Porto".
O líder do PSD/Porto comentava a resposta do ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações à proposta da Junta Metropolitana do Porto relativamente ao calendário da expansão da rede de metro.
A JMP pretendia que a expansão da rede se fizesse de forma faseada, com início em Dezembro deste ano pela linha de Gondomar, mas segundo notícias publicadas em vários jornais, o Governo só quer novas obras no segundo semestre de 2009, defendendo a realização de mais estudos técnicos das linhas a avançar.
Contactado pela Lusa, o presidente da Distrital do PS/Porto, Renato Sampaio, considerou "ridículo" o pedido de demissão do ministro, formulado pelo seu homólogo social-democrata, e não quis adiantar mais comentários.
Renato Sampaio concordou com a decisão ministerial, considerando "irrealista" o calendário de obras proposto pela Junta Metropolitana do Porto que previa a execução faseada das novas linhas, a partir de Dezembro deste ano.
"Defendo o rigor e a transparência no processo e, nessa conformidade, não é possível avançar já. Não é possível elaborar projectos, estudos de impacte ambiental, concurso público internacional e lançamento da obra" nos prazos propostos pela JMP, afirmou.

Arquitectura do Metro do Porto em exposição no Museu dos Transportes

Público

09.04.2007 - 16h08  



A arquitectura do Metro do Porto é o tema da exposição organizada pela Ordem dos Arquitectos que está patente, a partir de hoje, no Museu dos Transportes e Comunicações, no edifício da Alfândega do Porto.

A mostra, denominada "Exposição Reunião de Obra 005 Infra-estruturas Urbanas — Metro do Porto 1994-2005", que se prolonga até 29 de Abril, é da autoria de Eduardo Souto Moura.

Organizada pela secção do norte da Ordem dos Arquitectos e patrocinada pelo Metro do Porto, a mostra procura retratar com rigor e fidelidade o ambiente de trabalho que, do ponto de vista da arquitectura, envolve um projecto da dimensão da concepção e construção de uma rede de metropolitano ligeiro.

A exposição mostra, além do trabalho da equipa de arquitectos liderada por Souto Moura, toda a actividade desenvolvida num atelier ao longo da construção do sistema do Metro do Porto.

Permite também avaliar a complexidade da tarefa de levar a cabo, em simultâneo, a execução de túneis, estações subterrâneas e um amplo movimento de requalificação urbana nos seis concelhos servidos pelas cinco linhas do Metro do Porto.

A mostra está patente entre as 10h00 e as 12h00 e as 14h00 e as 18h00 (de terça a sexta-feira), e entre as 15h00 e as 19h00 (aos sábados e domingos).


terça-feira, abril 03, 2007

Metro do Porto: Impossível obras 2ª fase antes de meados 2008

Diário Digital

Diário Digital / Lusa

28-03-2007 18:52:00




A secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, afirmou hoje, no Porto, que não será possível iniciar as obras de construção da segunda fase do Metro do Porto antes de meados 2008.

«Para iniciar obras temos que ter cadernos de encargos, projectos de execução, estudos de impacto ambiental, concursos lançados e obras adjudicadas e tudo isso, independentemente do modelo de gestão que for concretizado, levará o seu tempo», disse.

A secretária de Estado falava aos jornalistas à margem da cerimónia de apresentação dos novos autocarros a gás natural da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP).

Ana Paula Vitorino sublinhou que há que contar com os prazos mínimos dos concursos públicos internacionais, o que, mesmo que não se venha a verificar qualquer problema ou atraso, torna «impossível» iniciar qualquer obra antes de pelo menos seis meses depois da decisão política, que ainda não aconteceu.

Relativamente ao modelo de gestão do Metro do Porto, a secretária de Estado mostrou-se optimista quanto a uma solução breve.

«Iniciámos este processo com grandes diferenças que separavam o Governo dos actuais accionistas do Metro do Porto [as autarquias da Área Metropolitana do Porto], mas, neste momento, caminhamos rapidamente para um consenso quanto a todas as matérias«, disse.

A secretária de Estado afirmou que, «muito em breve, haverá uma resposta quanto às propostas apresentada pelos accionistas do Metro do Porto», acrescentando que tal acontecerá nos próximos dias.

No que respeita às autoridades metropolitanas de transportes (AMT) do Porto e de Lisboa, Ana Paula Vitorino referiu que já recebeu os pareceres das respectivas juntas metropolitanas.

«Está neste momento em curso a finalização do modelo das AMT, incorporando as sugestões das duas juntas metropolitanas, pelo que, dentro de pouco tempo e respeitando o calendário previsto, o processo avançará ainda dentro deste semestre», afirmou.

Relativamente à STCP, a secretária de Estado manifestou «todo o apoio» à respectiva Administração, chefiada por Fernanda Menezes, na implementação em curso da Nova Rede da transportadora pública urbana portuense, redesenhada para complementar os restantes operadores de transportes do Grande Porto.

«Cada vez que há mudanças, há naturalmente descontentes e, por isso, peço à Administração da STCP que proceda, como tem feito, aos acertos considerados justos face às reivindicações aos utentes e que façam sentido no que se refere à lógica de financiamento do sistema», afirmou Ana Paula Vitorino.

A STCP apresentou hoje a sua nova frota de autocarros movidos a gás natural, que conta com 80 novos veículos, sendo 30 articulados e 50 normais, todos equipados com piso rebaixado para acesso fácil, de forma a garantir a mobilidade para todos os cidadãos.

A aquisição foi efectuada através de um contrato de leasing por 13 anos (período de vida útil de um veículo deste tipo) com uma renda de 3,5 milhões de euros/ano, incluindo manutenção.

Com a incorporação destas 80 viaturas, a STCP passa a dispor de uma frota de 493 autocarros, com uma idade média de 6,8 anos, dos quais 255 são a gás natural, representando cerca de 52% do total da frota da empresa.

A STCP, que já era líder nacional em termos de operação de veículos a gás natural, acentua, com esta aquisição, a sua posição de liderança nesta área.

Com esta renovação de frota, a empresa vai também atenuar sensivelmente o peso das suas emissões de CO2, baixando para cerca de 50% num período de oito anos, além de descer também os seus custos operacionais em cerca de 30%.


Metro transporta noivos à igreja

O Primeiro de Janeiro

José Reis


Um jovem casal decidiu dar o nó ontem, na Azurara, Vila do Conde. Nada de novo, se não tivessem optado pelo Metro do Porto para se deslocarem para o local do enlace. O encontro foi na estação da Câmara de Gaia.


A tradição já não é (mesmo) o que era e, desta vez, foi Tiago Alves, o noivo, 25 anos, que se atrasou. Mais de meia hora. Em jeito de estrela de televisão, posou para a objectiva dos fotógrafos e explicou que a ideia surgira quando se dirigiu "ao local da cerimónia para marcar o serviço e vi que lá tinha uma paragem de metro". Dito e feito. "As condições eram óptimas e enviei um e-mail à empresa dando conta da minha intenção". A Metro do Porto não tardou a responder, cordialmente. "O departamento de Marketing achou uma ideia fantástica e deu autorização para esta viagem". Tempo para o embarque.
Em casamento que se preze, "o noivo não vê a noiva antes do casamento". Assim, Rute Nunes, a noiva, justifica a ida dos noivos em carruagens separadas. Uma hora depois.
"Os 60 Andantes (bilhetes genéricos do Metro do Porto) foram oferecidos pela empresa. Uma boa oportunidade para mostrarmos que o Metro é uma possibilidade para o transporte do dia a dia". Mesmo para o "dia mais importante" da vida de Rute.
A viagem durou cerca de 30 minutos, entre transbordo na estação da Trindade e entrada em nova composição. O regresso "foi feito em carros particulares, devido à hora avançada do fim da festa".

Metro ultrapassa os quatro milhões

O Primeiro de Janeiro


O Metro do Porto estabeleceu, no mês de Março, um novo recorde absoluto de clientes na sua rede, tendo atingido um registo total de 4.355.521 validações efectuadas, segundo revela a empresa em comunicado. "Trata-se", prossegue o texto, "da primeira ocasião em que o número de validações mensais ultrapassa os quatro milhões". De acordo com os dados divulgados, "também as validações em dia útil baterem um máximo histórico, com 168.762 de média diária"
Março de 2007 passa, assim, a constituir o mês com maior procura no conjunto das cinco linhas do Metro do Porto, depois de em Janeiro deste ano se terem registado 3.983.436 validações e em Fevereiro o número de clientes ter atingido os 3.529.519.
Comparativamente a 2006, o último mês de Março assinala um crescimento de 29 por cento, traduzido em mais um milhão e 280 mil validações. Em Março de 2007, as estações da rede com maior procura foram Trindade (836.518 validações, 20,3 por cento do total), Casa da Música (264.410 validações, 6,2 por cento do total), e João de Deus (212.749 validações, 4,9 por cento do total).

terça-feira, março 27, 2007

Metro levou poesia às carruagens e estações do Porto

 
[ 2007/03/21 | 18:32 ] EditorialLusa/RPV
 
O Metro do Porto e o British Council trouxeram esta quinta-feira a poesia às carruagens e estações do metro portuense, no Dia Internacional da Poesia, tomando como modelo os «Poems on the Underground», de Londres.
De acordo com a agência «Lusa», e tendo como tema genérico «The sea» (O mar), o conjunto de poemas seleccionados pelo British Council abrangeu, para além de Sophia Mello Breyner, o português Jorge Sousa, o inglês Lawrence Sail e a galesa Menna Elgyn.

Vários leitores, membros do Sindicato da Poesia, declamaram poemas no interior das composições em serviço em todas as linhas, enquanto Sousa, Sail e Elgyn leram, ao fim da tarde, versos de Sophia Breyner e excertos das suas obras, numa sessão final na Estação da Casa da Música, em versão original e na traduzida.

Durante todo o dia, alunos das universidades do Minho e de Aveiro distribuíram poesia ao longo de toda a rede do metro portuense, nesta edição do projecto «Poems on the Metro - Poemas no Metro», iniciado em 2003 numa parceria com o British Council.

Os poemas escolhidos estão expostos numa colecção de cartazes patente no interior dos veículos do Metro do Porto até ao início de Junho.

terça-feira, março 20, 2007

Metro do Porto pondera parar por falta de apoio do Estado

10-03-2007 10:05:35

 
A operação do metro do Porto nas cinco linhas que estão em funcionamento corre o risco de ser suspensa se não forem resolvidos, «com urgência, os problemas de financiamento do projecto», adianta o Jornal de Notícias indicando que «o alerta é da própria Empresa do Metro».

A Metro do Porto reitera a necessidade de reforço do investimento a fundo perdido e do estabelecimento de um regime para a atribuição de indemnizações compensatórias adequadas ao serviço, por parte do Estado.

Se estas questões continuarem sem resposta da Administração Central, «a empresa arrisca-se a esgotar a capacidade de endividamento, o que obrigaria à suspensão da circulação dos veículos, que servem 160 mil passageiros por dia», escreve o JN.

A proposta apresentada pelo Ministério das Obras Públicas e dos Transportes à Junta Metropolitana do Porto para a concretização da segunda fase da rede não faz referência às duas questões que mais preocupam os responsáveis da empresa e para as quais defendem um tratamento urgente e específico.

«O Metro é, hoje, um projecto insustentável», tinha já alertado, em Dezembro, o presidente da Comissão Executiva da empresa, Oliveira Marques.

O défice «avoluma-se», acrescenta o artigo. No início da construção da rede, o apoio do Estado a fundo perdido rondava os 42% do total do investimento (1,07 milhões de euros). Com o alargamento da primeira fase - destaque para a duplicação da Linha da Póvoa e do primeiro troço da Linha da Trofa, a extensão ao Dragão e a linha do aeroporto - os custos dispararam para os 2,37 mil milhões, fazendo cair o apoio a fundo perdido para cerca de 22%.

Por outro lado, continua sem ser estabelecido um contrato que defina as indemnizações compensatórias a receber pela Metro, referentes ao serviço público prestado. Resultado no primeiro ano de exploração (2003), a empresa não recebeu qualquer verba e, de 2004 a 2006, conforme sustenta o Relatório e Contas deste ano, só teve direito a «valores pouco mais do que simbólicos».

Em 2006, por exemplo, a Metro do Porto recebeu 2,4 milhões, 11% da soma atribuída ao Metro de Lisboa (22,7 milhões).

quarta-feira, março 14, 2007

Metro do Porto fechou exercício com prejuízo de 122 M€

Dinheiro Digital / Diário Digital

Diário Digital / Lusa

07-03-2007 16:56:00


A Metro do Porto encerrou o exercício de 2006 com um resultado líquido negativo de 122,15 milhões de euros, que passará para o ano seguinte na conta de resultados transitados, de acordo com o relatório e contas hoje divulgado.

Este resultado decorre do forte investimento realizado na construção da rede, da ordem dos 301,5 milhões de euros, elevando o total investido no projecto desde o seu arranque a 2.031 milhões de euros.

O resultado verifica-se quando a empresa concluiu a primeira fase da construção da rede, que tem agora 60 quilómetros de extensão e cerca de sete dezenas de estações.

Em 2006, o Metro do Porto transportou cerca de 40 milhões de clientes, o que representa um crescimento da ordem dos 100% relativamente ao ano anterior e corresponde a uma média diária global de 105.856 validações de bilhetes (128.547 em dias úteis).

Em resultado da maior taxa de ocupação média verificada, constata-se uma melhoria significativa da cobertura dos custos das vendas e prestações de serviços, que apresenta agora um rácio de 50%.

A empresa teve no exercício proveitos e ganhos da ordem dos 46,2 milhões de euros, dos quais 26,25 milhões directamente da prestação de serviços de transporte.

Durante o exercício, a empresa inaugurou duas novas linhas e troços, nomeadamente a Linha Vermelha (Pedras Rubras/Póvoa de Varzim), a 18 de Março, e a Linha Violeta (Pedras Rubras/Aeroporto).

Foram também inaugurados os segmentos entre as estações Fórum Maia e ISMAI (Linha Verde) e as estações Pólo Universitário e Hospital de S. João, na Linha Amarela.

Para a conclusão integral e definitiva da construção da rede adjudicada em 1998 fica apenas a faltar (embora já fora da primeira fase de construção) a ligação entre o ISMAI e a Trofa, que aguarda «luz verde» do Governo.


quarta-feira, março 07, 2007

Metro do Porto abre parque de estacionamento na Maia

Diário Digital
Diário Digital / Lusa

28-02-2007 12:27:05




Os habitantes da Maia dispõem, a partir de sábado, as suas deslocações no Grande Porto mais facilitadas a partir de sábado com a entrada em funcionamento de um parque de estacionamento integrado Metro do Porto, anunciou hoje fonte da empresa.

O Parque Central da Maia vai funcionar no sistema «Park & Ride» do Metro do Porto, no âmbito de uma parceria entre a empresa e a Câmara da Maia.

Os clientes portadores de «Assinatura Andante Park & Ride» podem aceder ao estacionamento mensal nesta infra-estrutura pelo valor mensal de 16,25 euros, para além da assinatura mensal de transporte.

O Parque Central da Maia situa-se ao lado da Estação Fórum Maia, da Linha Verde (C), constituindo um interface directo com esta estação.

Para aceder a este serviço, os clientes de assinatura mensal Andante devem proceder ao carregamento do seu cartão para esta modalidade, numa Loja Andante, após o que, apresentando o respectivo recibo, devem levantar no Posto de Controlo do Parque Central da Maia, o cartão de acesso ao parque.

Este é o segundo equipamento de estacionamento a integrar o sistema de «Park & Ride» do Metro do Porto, depois do Parque Metro da Estação Estádio do Dragão, em funcionamento desde Agosto último.

A assinatura mensal de estacionamento «Park & Ride» poderá ser utilizada em qualquer dos dois parques que integram o sistema.



PCP contra «governamentalização» do Metro do Porto

Diário Digital

Diário Digital / Lusa

27-02-2007 15:08:50



A Direcção da Organização Regional do Porto do PCP (DORP/PCP) «está em profundo desacordo» com a «governamentalização da gestão do Metro do Porto», disse hoje à Lusa o dirigente daquela estrutura, Sérgio Teixeira.

«Sempre defendemos que as autarquias, através da Junta Metropolitana do Porto, devem ter voz activa e determinante na gestão do Metro do Porto», afirmou o responsável à Lusa no final de uma reunião com o administrador executivo da empresa, Oliveira Marques.

Sérgio Teixeira frisou que esta questão não fez parte dos assuntos tratados na reunião com Oliveira Marques, já que se trata de uma questão política, que está fora do âmbito técnico daquele cargo.

Sublinhou, no entanto, tratar-se de um assunto que está na ordem do dia, já que a modificação do modelo de gestão da empresa poderá vir a ter implicações na marcha do projecto de expansão da rede.

«Temos que ter sempre presente que este projecto mexe profundamente com os municípios, já que se trata de um metro de superfície, pelo que as câmaras devem ter uma voz determinante na sua implantação no terreno», frisou Sérgio Teixeira.

A rede do Metro do Porto é subterrânea no interior do Porto e à superfície nos concelhos limítrofes - Gaia, Matosinhos, Maia, Vila do Conde e Póvoa de Varzim.

O dirigente comunista referiu que no encontro com Oliveira Marques ficou claro que «está tudo pronto para avançar com a construção da linha de Gondomar e a duplicação da linha da Trofa, assim como a linha da Boavista».

«O início das obras apenas depende da luz verde do Governo», disse, acrescentando que a DORP/PCP está «muito preocupada» com a falta de cumprimento dos compromissos já assumidos.

Para Sérgio Teixeira, «se o Governo não cumpre os seus compromissos, está a pôr em causa a dignidade do Estado».

A Junta Metropolitana do Porto (JMP) considerou sexta-feira que o actual modelo de gestão do Metro do Porto é o melhor, mas admitiu a sua alteração, caso o governo aceite assinar um contrato de investimento para expansão da rede.

«No limite, há um consenso entre os autarcas segundo o qual o modelo de gestão passa a ser discutível. O avanço da obra é que não», disse o presidente da JMP, Rui Rio.

O autarca considerou fundamental a construção célere das linhas de Gondomar e da Boavista, o prolongamento a Laborim (Gaia) e a duplicação da linha da Trofa.

Rui Rio revelou que a JMP vai apresentar ao governo, no espaço máximo de um mês, a sua contraproposta para o modelo de gestão, financiamento e cronograma das futuras obras do metro.

Em concreto, a JMP vai propor a celebração de um contrato de investimento com o Governo que defina, com rigor, todas as obrigações das partes.

A contraproposta dos autarcas surge na sequência de uma reunião, que mantiveram na semana passada com o ministro das Obras Públicas, durante a qual Mário Lino questionou o actual modelo de gestão e apresentou um novo calendário de obras.

Rui Rio confirmou que o Governo quer passar a controlar a empresa, actualmente detida em 60% pela JMP, mas não adiantou o calendário de obras proposto pelo ministro.

Já hoje, o vereador socialista na Câmara do Porto, Francisco Assis, manifestou uma «divergência de fundo» com o Governo do seu partido quanto à eventual retirada do controlo accionista da empresa Metro do Porto à Junta Metropolitana.

terça-feira, fevereiro 13, 2007

Obras no Metro do Porto no fim-de-semana

Jornal de Notícias



A circulação nas linhas Violeta (E), Vermelha (B ) e Verde (C) do Metro do Porto vai estar interrompida, entre as 23:00 de sábado e as 14:00 de domingo, devido à realização de trabalhos de sinalização.

Em comunicado, a Metro do Porto refere que na Linha Violeta a circulação será interrompida entre as estações da Senhora da Hora e do Aeroporto, na Linha Vermelha (B), entre as estações da Senhora da Hora e de Crestins, e na Linha Verde (C), entre as estações da Senhora da Hora e da Fonte do Cuco.

A empresa garante que serão disponibilizados transportes alternativos, em autocarro, para os clientes portadores de títulos Andante.

Estes autocarros têm paragem nas imediações das estações de Metro da Senhora da Hora, Fonte do Cuco, Custóias, Crestins, Botica e Aeroporto.