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sábado, outubro 15, 2011

Metro em Santo Ovídio

A partir de 15 de Outubro
A Estação de Santo Ovídio entra em funcionamento a 15 de Outubro, passando a integrar a operação regular da Linha Amarela (D) do Metro do Porto. A nova Estação - agora o término Sul da Linha Amarela -, é primeira subterrânea de Vila Nova de Gaia é a 81ª Estação da rede do Metro - a 15ª enterrada -, localizando-se sob a rotunda de Santo Ovídio.
Com acessos facilitados pelos 4 elevadores, 8 escadas rolantes e 4 rampas de acesso - garantindo o acesso às urbanizações na envolvência -, a nova Estação da Linha D conta com dois cais de embarque, em ambos os sentidos da operação. O primeiro Metro do dia sai de Santo Ovídio às 6h00 e o último à 1h03, tendo um horário de funcionamento entre as 6h e a 1h. A frequência de passagem no período de maior movimento (7h às 20h) ronda os 6 minutos e nos restantes períodos do dia o tempo médio de espera é de 12 minutos.
Em termos de bilhética e tarifário, a nova Estação está integrada na zona S8 (em Gaia, desde o Jardim do Morro até Santo Ovídio), o que significa que não haverá acréscimo de custos de tarifário para as pessoas que circulam diariamente nesta zona. Para os novos clientes, convém referir que toda a Linha Amarela pode ser feita com um título de transporte Z2 (1,10€) ou com uma assinatura mensal Z3 (36,5€). 10 minutos é tempo o necessário para chegar de Santo Ovídio até à baixa da cidade do Porto (São Bento). Já a ligação entre a nova Estação e a Estação central de toda a rede do Metro do Porto, a Trindade, pode ser feita em 13 minutos. Quem percorrer toda a Linha Amarela (Santo Ovídio - Hospital de São João), pode contar com uma viagem de 25 minutos.

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Toda a noite a funcionar

Metro do Porto


Passagem de Ano no Metro


A Passagem de Ano 2007/08 é no Metro do Porto. O hábito de manter toda a rede em funcionamento durante toda a primeira noite do Ano Novo mantém-se e, como também é da tradição, com um forte reforço da operação. Como sempre, com a maior comodidade, rapidez e segurança.
Na noite de 31 de Dezembro para 1 de Janeiro, entre as 22H00 e as 2H00, as linhas Azul e Amarela asseguram uma frequência de passagem de 10 minutos. Depois, entre as 2H00 e as 6H00, o intervalo entre veículos passa a ser de 15 minutos. A oferta desenhada visa servir os principais pólos de animação da Área Metropolitana, com destaque para a festa popular levada a cabo na Avenida dos Aliados.
As linhas Vermelha e Verde, por sua vez, apresentam uma frequência de 30 minutos, entre as 22H00 e as 2H00. Entre as 2H00 e as 6H00, ambas as linhas, com destino à Povoa de Varzim e ao ISMAI, respectivamente, têm uma frequência de 60 minutos. Nos dois casos e apenas a partir das 2H00 o serviço faz-se apenas a partir da Senhora da Hora, estação na qual pode ser efectuado o transbordo com as restantes linhas.
Nesta Passagem de Ano, a excepção à regra de funcionamento contínuo é a Linha Violeta, cujo serviço comercial, como é normal, termina à 1H00.

O Metro do Porto recomenda a compra ou o carregamento antecipado dos títulos Andante necessários às suas deslocações.

Metro do Porto, 26 de Dezembro


segunda-feira, dezembro 17, 2007

Câmara de Gaia apoia extensão até Vila d`Este

Diário Digital


O vice-presidente da Câmara de Gaia, Marco António Costa, manifestou-se hoje favorável à extensão da linha do Metro do Porto até à Urbanização de Vila d'Este, que tem mais habitantes que muitas cidades portuguesas.

«Os estudos recentemente divulgados revelam que Gaia é um território fértil para o desenvolvimento do metro. No caso de Vila d'Este, o prolongamento da linha, além de servir a população daquela urbanização, permitirá apoiar o actual e o futuro centro hospitalar e o Média Park, nas instalações da RTP», afirmou o autarca, em declarações à Lusa.

Na perspectiva de Marco António Costa, o prolongamento da Linha Amarela (Hospital S. João/João de Deus) até Vila d'Este resultará «num serviço importante em termos de procura».

A Associação dos Proprietários da Urbanização Vila d'Este, em Gaia, apelou hoje a que a segunda fase do Metro do Porto contemple o prolongamento da linha amarela até esta urbanização.

O apelo surgiu na sequência da apresentação de um estudo sobre a segunda fase do Metro do Porto, que aponta para uma elevada procura deste transporte na extensão a sul da linha amarela, que termina actualmente na estação João de Deus, na Avenida da República, em Gaia.

Nas declarações que prestou à Lusa, o vice-presidente da Câmara de Gaia salientou ainda, relativamente à expansão da rede de metro no concelho, que os estudos divulgados apresentam «índices de procura que asseguram a consistência económica do projecto».

«Gaia é o terceiro concelho mais populoso do país, o que faz com que qualquer extensão do metro seja um serviço público«, frisou.

Marco António Costa revelou, por outro lado, que aguarda para breve a entrega do relatório do estudo que a Parque Expo está a elaborar sobre o futuro Interface de Laborim, que vai integrar a rede do Metro do Porto.

Este interface, que terá estacionamento para veículos de transporte público de passageiros e para veículos privados, além de uma grande estação do metro, vai assumir-se como o principal pólo na parte sul da rede, como contraponto ao papel que a estação da Trindade, no Porto, desempenha na parte norte.




Diário Digital / Lusa

13-12-2007 17:11:00


domingo, dezembro 09, 2007

5 anos de MP

RTP

Oliveira Marques vai deixar presidência

Dinheiro Digital


O presidente da Comissão Executiva da Administração do Metro do Porto, Oliveira Marques, anunciou hoje que não tenciona continuar no cargo no próximo mandato.

Numa entrevista ao Público, Oliveira Marques disse que, para a segunda fase de construção da rede do Metro do Porto, vai propor ao Governo a construção de uma linha circular subterrânea, à semelhança da Linha 14 do Metro de Paris, que ligará todas as cinco actualmente em operação, que têm um desenho radial.

A proposta prevê que esta linha, com um perímetro de cerca de nove quilómetros, seja equipada com veículos totalmente automáticos, sem condutor, em funcionamento ininterrupto.

A linha circular teria pontos de união com as já existentes na Casa da Música, S. Bento, Campanhã e Pólo Universitário, servindo várias zonas muito populosas que estão fora da rede do Metro, como sejam Fernão de Magalhães, Costa Cabral, Campo Alegre, Palácio de Cristal, Leões e Clérigos.

Na segunda fase do Metro do Porto está já prevista a construção de três linhas, a de Gondomar, a ligação entre a Boavista e Matosinhos/Sul e a segunda linha de Gaia, que ligará Oliveira do Douro, Arrábida e o Campo Alegre.

Oliveira Marques, que é presidente executivo do Metro do Porto desde 1999, termina no final do ano mais um mandato como presidente executivo da empresa, devendo permanecer, porém, até à apresentação das contas do exercício de 2007, no final do primeiro trimestre de 2008.

Até lá, provavelmente em Fevereiro, deverá realizar-se a eleição de novo Conselho de Administração.

Licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto (FEUP), Oliveira Marques doutorou-se em Finanças Empresariais, pela Universidade de Strathclyde (Glasgow, Escócia), sendo professor da FEUP.

É também presidente dos TIP - Transportes Intermodais do Porto, agrupamento complementar de empresas que gere o sistema de bilhética Andante, comum ao Metro do Porto, STCP, comboios suburbanos da CP/Porto e às várias empresas de transporte rodoviário do Grande Porto aderentes.

A sua larga carreira como gestor inclui a passagem pelas administrações de dezenas de empresas, nomeadamente a Salvador Caetano, Banco Borges & Irmão, S.A., Hidroeléctrica de Cahora- Bassa, S.A., Aliança Seguradora, CISF, Clipóvoa, Pórtis, Soserfin, Ocidental Holding, COFIPSA, Incofina, Águas do Douro e Paiva, e Sopete, Efacec e STCP, entre outras.

É considerado como «o homem que pôs o Metro do Porto nos carris», já que a sua gestão abrangeu todo o período da construção da rede do Sistema de Metro Ligeiro da Área Metropolitana do Porto, hoje com cinco linhas, cerca de 60 quilómetros de extensão e 69 estações em funcionamento.

O Metro do Porto comemora hoje o quinto aniversário sobre a sua inauguração oficial em 2002, quando abriu o primeiro troço da Linha Azul, entre as estações da Trindade e do Senhor de Matosinhos.

Os alargamentos sucederam-se rapidamente até à conclusão da primeira fase, com a inauguração da Linha Violeta, em Maio de 2006.

Os dados de operação relativos a estes primeiros cinco anos registam uma média de 190 mil clientes/dia útil, equivalente a cinco milhões de passageiros por mês.

Desde a entrada em serviço comercial, em Janeiro de 2003 até ao final de Novembro deste ano, a rede contabilizou já mais de 116 milhões de validações, tendo as suas composições percorrido mais de 19 milhões de quilómetros, ao longo de mais de 33 mil horas de serviço.




Diário Digital / Lusa

07-12-2007 7:00:00

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Metro sem condutor no subsolo do Porto

Jornal de Notícias


Hugo Silva

A Empresa do Metro vai propor ao Governo a construção de uma linha circular subterrânea no Porto, cuja operação será totalmente automática - os veículos não precisarão de condutores e poderão circular ininterruptamente durante o horário de funcionamento do sistema.

A proposta faz parte dos estudos para as linhas da segunda fase da rede e, segundo as expectativas dos responsáveis da Empresa do Metro, poderia duplicar o número de utilizadores do sistema, que regista, actualmente, quase 200 mil validações por dia. Até porque a nova linha permitiria servir zonas de grande concentração de pessoas no Porto, como Fernão Magalhães/Costa Cabral, Rotunda da Boavista, Campo Alegre, Palácio de Cristal e Leões/Clérigos. A ideia já terá sido alvo de conversas entre responsáveis da empresa e membros do Governo, que não terão fechado totalmente as portas ao projecto.

A linha circular automática tem uma extensão de aproximadamente nove quilómetros e percorre o subsolo do Porto, interceptando linhas de metro já existentes em pontos estratégicos, designadamente Pólo Universitário, Casa da Música, S. Bento e Campanhã.


Mais passageiros

O objectivo é "contrabalançar a estrutura essencialmente radial" da rede já construída e em operação. A linha automática será transversal às que já existem, permitindo uma articulação que potenciaria o aumento do número de passageiros. A Metro do Porto recorda que três das principais linhas propostas para a segunda fase da rede - Gondomar, Matosinhos Sul /Boavista e segunda de Gaia (passando por Oliveira do Douro, Arrábida e Campo Alegre) - também se articularão com esta circular subterrânea, "aumentando o seu potencial de atractividade".

Com um investimento estimado em cerca de 180 milhões de euros, os estudos já elaborados admitem que o projecto poderia ser qualificado, pelo Governo, como PIN (Projecto de Potencial Interesse Nacional). A construção de uma linha de características automáticas deverá obrigar a Metro do Porto a adquirir veículos próprios, com a tecnologia adequada para dispensar a presença de condutores.

O projecto inspira-se na linha 14 do metro de Paris (França), que funciona entre as estações de Saint Lazare e da Biblioteca François Miterrand. Com oito estações e oito quilómetros de extensão (percorridos em cerca de 13 minutos pelos veículos), trata-se da segunda linha automática (depois de Orlyval), "mas a primeira totalmente integrada no sistema de metro".

Tudo automático

À semelhança do que acontece com aquela linha automática francesa, também na do Porto se eliminará a presença de condutores nos veículos. Tudo será automático, embora o sistema também seja supervisionado pelo posto central de comando da empresa.

Os veículos poderão circular ininterruptamente, com frequências de passagem bastante elevadas. Uma situação que derivará, também, do facto da linha ser totalmente subterrânea e, portanto, não existirem obstáculos à circulação dos veículos. Caso a linha venha a ser concretizada, será preciso definir um túnel de entrada e de saída das composições.

Reverter "declínio"

Nas estações de intersecção, a plataforma da linha automática deverá ficar sob os cais de embarque actuais, ainda que estes sejam subterrâneos.

Implantando-se a linha no núcleo central da Área Metropolitana e da cidade do Porto, os responsáveis da Metro acreditam que aquela estrutura será importante para reverter os "preocupantes e persistentes sinais de declínio" daquela zona "nas últimas décadas".



Custos das obras no Porto e custos das obras em Lisboa

20 milhões por quilómetro

A linha circular automática proposta pela Metro do Porto, com cerca de nove quilómetros de extensão, implica um investimento na ordem dos 180 milhões de euros. Feitas as contas, esta linha totalmente subterrânea terá um custo de cerca de 20 milhões de euros por quilómetro. A sua construção seria incluída na segunda fase da rede de metro do Porto, cujos estudos continuam a ser desenvolvidos. Garantidas, para já, estão a linha de Gondomar até Rio Tinto, a extensão da Linha Verde até à Trofa (em via dupla ou em via simples, com o canal preparado para a duplicaçáo) e o prolongamento da linha de Gaia.



100 milhões por quilómetro

O metropolitano de Lisboa vai ter em operação, dentro de pouco tempo, mais u m troço. Trata-se da extensão da Linha Azul entre a Baixa-Chiado e a estação de Santa Apolónia, com passagem pelo Terreiro de Paço. Pouco mais de dois quilómetros custaram 299,5 milhões de euros, ou seja, quase 100 milhões por quilómetro. O preço inicial era de 165 milhões, mas problemas que ocorreram na construção do túnel (aliás, a obra vai ser inaugurada com uma década de atraso) motivaram o aumento substancial dos custos. Mesmo com o preço inicial, o custo por quilómetro seria de aproximadamente 82 milhões.

quinta-feira, dezembro 06, 2007

Um Dia de Vida em Movimento

Metro do Porto



O Metro do Porto comemora esta sexta-feira, dia 7 de Dezembro, o quinto aniversário sobre a sua inauguração oficial, Oficialmente inaugurado a 7 de Dezembro de 2002, o Sistema de Metro Ligeiro da Área Metropolitana do Porto, hoje com cinco linhas, cerca de 60 quilómetros de extensão e 69 estações em funcionamento.
Após a abertura da Linha Azul, entre as estações da Trindade e do Senhor de Matosinhos, a rede do Metro do Porto foi registando sucessivos alargamentos até à conclusão da sua primeira fase, com a inauguração da Linha Violeta, em Maio de 2006.
Os dados de operação relativos a estes primeiros cinco anos são bem significativos da dimensão do sistema e do seu impacto no quotidiano dos cidadãos. Actualmente com uma média de 190 mil clientes/dia útil, o Metro transporta já cerca de 5 milhões de pessoas por mês. Desde a entrada em serviço comercial, em Janeiro de 2003 até ao final de Novembro deste ano, a rede contabilizou já um total de 116.761.745 validações. Em idêntico período, as composições do Metro do Porto percorreram mais de 19 milhões de quilómetros, ao longo de mais de 33 mil horas de serviço.


Um dia de Vida em Movimento


As comemorações do 5º Aniversário do Metro estão centradas na própria rede e são dirigidas a todos os públicos. Em parceria com instituições com quem mantém parcerias, o Metro preparou um vasto conjunto de eventos culturais e animações que marcam a Área Metropolitana do Porto a partir de 7 de Dezembro.
A Estação da Trindade expõe a mostra Metro de Prata, que reúne a colecção da Bienal da Prata e integra peças de autores como Albuquerque Mendes, Álvaro Siza Vieira, Ângelo de Sousa, Armando Alves, Eduardo Souto Moura, Jaume Plensa, José Pedro Croft. Julião Sarmento, Paulo Lobo e Pedro Cabrita Reis, entre outros. Uma exposição patente, de 7 de Dezembro a 7 de Janeiro, no mezanino inferior desta estação. Também na Trindade, a partir das 10H00 de 7 de Dezembro, actua o Coro da Escola das Artes da Universidade Católica do Porto. Na Praça exterior desta estação e até 21 de Dezembro, decorre a Festa do Livro no Metro, uma feira levada a cabo em associação com a editora Calendário.
A estação de S. Bento é cenário para a dança e palco para a música. No dia do 5º Aniversário do Metro, às 12H00, a coreografa Né Barros executa a Performance #8 e, para as 19H00, está programado o Concerto da Banda Sinfónica Portuguesa.
Durante todo o dia, a Estação dos Aliados apresenta Curtas Metragens do Festival Black & White da Universidade Católica. Ainda na Linha Amarela e às 18H30, a música chega à Estação do Marquês. Trata-se de um Concerto de Música Sacra pelo grupo Anima Mea. Esta linha, em toda a sua extensão e em todos os períodos horários, desde Vila Nova de Gaia ao Hospital de S. João, conta com a animação do grupo Batucada Radical.
A Estação do Bolhão, às 18H00, transforma-se em sala de teatro. Entra em cena a Companhia Visões Úteis para interpretar a peça «O Contrabaixo».
Mais tarde, às 19H00, o mezanino poente da Estação Casa da Música recebe o Concerto da Big Band.
As comemorações do 5º Aniversário não se restringem ao Porto nem às estações subterrâneas do Metro. A animação estende-se às estações da Póvoa de Varzim, de Vila de Conde, do Fórum Maia e da Câmara de Matosinhos, com actuações de Circo de Rua.
Voltando ao Porto e em colaboração com a Faculdade de Belas Artes, o Metro expõe instalações de alunos nas estações do Bolhão, do Campo 24 de Agosto, da Trindade, de Faria Guimarães e do Estádio do Dragão.


Veja, aqui, o projecto «encontro-te no Metro», de alunas da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.


Metro do Porto, 5 de Dezembro

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Lançamento do Livro "A História do Metro do Porto"

Maia Hoje

2007-12-05 14:35:17 - Redação


«A História do Metro do Porto» é o título do livro que a Metro do Porto e a editora Calendário editam e apresentam ao público no dia 10 de Dezembro. Trata-se de uma edição que, ao longo de 240 páginas, relata os passos dados em todos os momentos do projecto – desde o aparecimento da ideia, nos anos 80 do Século XX, até à actualidade, descrevendo fases como o desenho da rede, as negociações entre os municípios e os vários governos, o lançamento do concurso público internacional, o arranque e as diversas etapas da obra e todas as datas de inauguração de linhas.

Com textos dos jornalistas António Moura, Artur Carvalho, Carlos Magno, Germano Silva, Joana Fillol e Jorge Fiel – e coordenação geral de Jorge Morgado, responsável pelo Gabinete de Comunicação da Metro do Porto –, este livro reúne depoimentos inéditos de alguns do principais protagonistas da história daquela que é a maior rede de metropolitano jamais construída de uma só vez. Com base numa pesquisa profunda e detalhada, todo o desenvolvimento do projecto, incluindo as maiores dificuldades que houve que superar, as inovações tecnológicas que foram atingidas e a avaliação do desempenho do sistema e do seu retorno socio-económico, é cuidada e pormenorizadamente tratado.

«A História do Metro do Porto» faz também o paralelo entre os avanços do projecto e a realidade cultural da Área Metropolitana do Porto e do País ao longo das duas últimas décadas. Com concepção e design gráfico do escultor João Machado, as páginas de «A História do Metro do Porto» estão marcadas por algumas das mais espectaculares fotografias relativas aos vários momentos da vida do Metro, da autoria de diversos autores portuenses.

O livro «A História do Metro do Porto» é publicamente apresentado no dia 10 de Dezembro, às 18H00, no Hotel Sheraton Porto, numa sessão que conta com a presença dos autores, de membros do Conselho de Administração da Metro do Porto, SA e da editora Calendário, estando, desde o mesmo dia, disponível nas principais livrarias de todo o País.

A linha que se segue

Matosinhos Hoje


Na próxima sexta-feira passam cinco anos desde a inauguração oficial da primeira linha do sistema de metro ligeiro da Área Metropolitana do Porto.


Cinco anos volvidos, o Metro do Porto tem hoje cinco linhas, uma rede com cerca de 60 quilómetros de extensão, 69 estações e serve perto de cinco milhões de pessoas por mês.
Matosinhos foi o primeiro concelho onde arrancaram as obras e foi o primeiro a ter ligação directa ao Porto, mais concretamente à Estação da Trindade.
A 7 de Dezembro de 2002, o então Primeiro-Ministro Durão Barroso inaugura a Linha Azul (A), numa cerimónia que teve lugar na Estação da Casa da Música.
Dado o elevado interesse e adesão por parte da população, o Conselho de Administração da empresa decide que até ao final desse ano a circulação no metro é gratuita.
A operação experimental do Metro do Porto durou cerca de 19 semanas e ficou concluída a 17 de Novembro. Só nesse período cerca de 700 mil passageiros experimentaram este novo meio de transporte, desde a Estação do Senhor de Matosinhos até à Trindade.
A 1 de Janeiro de 2003 arranca a operação comercial do metro. A 6 de Março, é registada a validação do cliente 1 milhão.
Em 2004, o metro ganha outra dimensão com o Campeonato Europeu de Futebol. A 5 de Junho, a Linha Azul (A) ganha uma nova extensão e passa a estar ligada até ao Estádio do Dragão.
A 12 de Junho tem início o Euro 2004 no Porto. O metro é responsável pelo transporte de cerca de 30 por cento dos espectadores que assistem aos jogos disputados nos estádios do Bessa e Dragão.
Além de Matosinhos e Porto, outros concelhos da Área Metropolitana do Porto passaram a ser servidos por este meio de transporte como Maia, Vila Nova de Gaia e Póvoa de Varzim.
Em curso está a segunda fase da Linha Amarela, em Gaia, até Santo Ovídio. Em marcha está também a linha de Gondomar (troço Estádio do Dragão- Vendas Novas), cujo concurso público foi já lançado.
Para Matosinhos está a ser equacionada, segundo o presidente da Câmara Municipal, a linha Senhora da Hora/S. Mamede de Infesta/ Custóias: "é uma linha extremamente importante, pela qual me bati aquando das negociações entre Governo e Junta Metropolitana do Porto, porque é essencial servir um conjunto de população bastante denso".
Quanto à ligação a Leça da Palmeira, o autarca considera fundamental encontrar uma boa solução, porque "o traçado que foi idealizado não me parece que seja o mais virtuoso e a Câmara vai desenvolver esforços no sentido de encontrar uma solução que permita que a parte norte da cidade não fique excluída do metro. Também temos que encontrar uma solução que não faça com que o metro seja uma inutilidade".
Para Guilherme Pinto, valeu a pena todos os sacrifícios sentidos, principalmente, pelos comerciantes: "eu acho que valeu a pena. Tenho a percepção que os matosinhenses aderiram em massa a este novo meio de transporte. A linha de Matosinhos é uma das mais frequentadas. Foi com grande paixão que acompanhei, metro a metro, a execução da obra em Matosinhos. Na altura liderei um grupo de trabalho que desenhou a inserção do metro em Matosinhos".

Números
Desde 1 de Janeiro de 2003, a Linha Azul (A), entre as estações Senhor de Matosinhos e Vasco da Gama, tem sido cada vez mais utilizada e o número de validações cresceu 7,62%. Até 27 de Novembro deste ano, foram registadas 13 milhões 533 mil 740 validações.
No troço compreendido entre a Senhora e o Estádio do Dragão (canal partilhado pelas linhas Azul, Vermelha, Verde e Violeta), o número de validações atingiu os 71 milhões 250 mil 912.
Analisando as actuais cinco linhas, constatamos que a Linha Amarela sofreu o maior aumento (25,67%), desde que entrou em funcionamento em 2005. Em dois anos, registou mais de 22 milhões de validações. Segue-se a Linha Azul, Linha Vermelha (quase 6 milhões em dois anos), Linha Verde (cerca de 4,5 milhões desde 2005) e Linha Violeta (quase 500 mil em pouco mais de um ano).
No total, o metro do Porto registou desde o início da operação comercial quase 118 milhões de validações.

Comemorações
As comemorações do 5º Aniversário do Metro estão centradas nas estações do Porto, com exposições, música, dança, cinema, teatro, instalações e visitas guiadas à Casa da Música.
Para as estações da Câmara de Matosinhos, Fórum da Maia, Póvoa de Varzim e Vila do Conde estão também previstas actuações de circo de rua.

terça-feira, dezembro 04, 2007

Metro do Porto comemora cinco anos com feira do livro

Diário Digital


Uma feira do livro pode ser visitada a partir de hoje na praça exterior à Estação da Trindade, no Porto, numa iniciativa integrada das comemorações dos cinco anos da inauguração do Metro do Porto, disse hoje à Lusa fonte da empresa.

Denominada Festa do Livro no Metro, a feira, que é uma iniciativa conjunta da Metro do Porto e da editora Calendário, decorre numa tenda especialmente montada para o efeito.

«Estão disponíveis cerca de 12 mil títulos de todas as áreas temáticas, das mais variadas editoras desde o romance ao infanto-juvenil, passando pelo ensaio e a banda desenhada», disse à Lusa Francisco Madruga, da Editora Calendário.

Este responsável referiu que os livros são oferecidos com descontos da ordem dos 50% nos livros mais antigos e de 20% nos mais recentes.

«A esmagadora maioria dos livros têm preços entre 1,5 e os 10 euros, embora haja uma pequena faixa muito limitada de livros com preços superiores», disse Francisco Madruga.

O certame funciona todos os dias entre as 09:00 e as 20:00 até ao próximo dia 21 de Dezembro.


Diário Digital / Lusa

30-11-2007 16:21:00


sexta-feira, novembro 30, 2007

Natal/Porto: Metro reforça serviço e oferece estacionamento

Diário Digital


A operação Natal do Metro do Porto envolve este ano, já a partir de sábado, o reforço do serviço, estacionamento gratuito e surpresas para os cliente, disse hoje à Lusa fonte da empresa.

O ParqueMetro da Estação Estádio do Dragão será totalmente grátis a partir das 21:00 (e até à 1H30, hora de encerramento do parque) de sábado até ao final do mês.

Aos fins-de-semana, esta oferta especial do Metro do Porto alarga-se a todo o horário de funcionamento do ParqueMetro (06:00/01:30).

Em termos operacionais, o reforço da operação do Metro passa por reforçar, a partir de 08 de Dezembro e até dia 22, a operação aos sábados.

Na prática, são mais 120 viagens de Metro por dia, com o natural crescimento em termos de frequência e capacidade, em todas as linhas.

No pico das últimas compras de Natal (noites de 17 a 23 de Dezembro), o Metro do Porto aposta num reforço do serviço nocturno, entre as 20:00 e as 23:00.

Nestas seis noites, a frequência mínima garantida é de dez minutos em toda a rede, excepto na Linha Vermelha a Norte da Estação dos Verdes e na Linha Verde a Norte da Estação Fórum Maia.

Assim, Porto, Gaia, Matosinhos e Maia terão sempre assegurado o referido intervalo de passagem, de dez minutos.




Diário Digital / Lusa

27-11-2007 18:35:00




quinta-feira, novembro 29, 2007

Porto: Novo troço da Linha Amarela inaugurado até Março

Diário Digital


A inauguração do troço João de Deus/D. João II da Linha Amarela (D) do Metro do Porto, em Gaia, está prevista para o final do primeiro trimestre de 2008, disse hoje à Lusa fonte da Empresa do Metro do Porto, SA.


As obras de construção deste troço foram iniciadas em Agosto, tendo já sido concluída a primeira fase da empreitada, que se desenvolve ao longo da Av. da República, em Gaia.

Esta fase da empreitada incluiu o desvio de redes no lado nascente da Av. da República, ao longo dos cerca de 600 metros deste troço, que dará à Linha Amarela do Metro do Porto uma nova estação, que receberá o nome de D. João II.

No âmbito desta fase foi também concluída a construção da subestação de tracção enterrada, junto à futura estação de D. João II, que será o futuro término provisório desta linha.

Esta via será prolongada posteriormente até Santo Ovídeo, onde haverá mais uma estação, e eté ao Cedro, em Laborim, futuro terminal da Linha Amarela.

A segunda fase da empreitada, que se inicia segunda-feira, implica que a intervenção passe agora para o lado poente daquela artéria, passando a circulação automóvel a fazer-se, nos dois sentidos e em duas faixas de rodagem), no lado nascente.

A fonte referiu que, apesar dos condicionamentos rodoviários, estará sempre assegurada a circulação entre a Avenida da República e todas as artérias que lhe são perpendiculares, bem como o acesso a garagens.

A fase que agora arranca tem uma duração programada de quatro meses e consiste no desenvolvimento de desvios de redes, instalação da plataforma e via do Metro, instalação de equipamentos e requalificação urbanística.

A conclusão da obra está prevista para o final do primeiro trimestre de 2008, altura em que este novo troço da Linha Amarela entrará em funcionamento.

Diário Digital / Lusa

28-11-2007 15:46:00



Porto: novo troço do metro inaugurado em 2008

Portugal Diário


2007/11/28 | 16:00




A inauguração do troço João de Deus/D. João II da Linha Amarela (D) do Metro do Porto, em Gaia, está prevista para o final do primeiro trimestre de 2008, disse fonte da Empresa do Metro do Porto, SA, citada pela agência Lusa.

As obras de construção deste troço foram iniciadas em Agosto, tendo já sido concluída a primeira fase da empreitada, que se desenvolve ao longo da Av. da República, em Gaia.

Esta fase da empreitada incluiu o desvio de redes no lado nascente da Av. da República, ao longo dos cerca de 600 metros deste troço, que dará à Linha Amarela do Metro do Porto uma nova estação, que receberá o nome de D. João II.

No âmbito desta fase foi também concluída a construção da subestação de tracção enterrada, junto à futura estação de D. João II, que será o futuro término provisório desta linha.

Esta via será prolongada posteriormente até Santo Ovídeo, onde haverá mais uma estação, e até ao Cedro, em Laborim, futuro terminal da Linha Amarela.

A segunda fase da empreitada, que se inicia segunda-feira, implica que a intervenção passe agora para o lado poente daquela artéria, passando a circulação automóvel a fazer-se, nos dois sentidos e em duas faixas de rodagem), no lado nascente.

A fase que agora arranca tem uma duração programada de quatro meses e consiste no desenvolvimento de desvios de redes, instalação da plataforma e via do Metro, instalação de equipamentos e requalificação urbanística.

A conclusão da obra está prevista para o final do primeiro trimestre de 2008, altura em que este novo troço da Linha Amarela entrará em funcionamento.



Transportes de Lisboa e Porto não vão parar

A greve geral dos funcionários públicos «não vai afectar os transportes de Lisboa e Porto», que já não pertencem ao Estado. A dirigente sindical Ana Avoila disse ao SOL que há muita gente convencida do contrário a telefonar para os sindicatos, o que «está a criar confusão»


A greve da Função Pública marcada para esta sexta-feira pelos sindicatos da CGTP e da UGT não terá efeitos nas deslocações para o trabalho em Lisboa e no Porto.

Os transportes colectivos nas duas principais cidades – incluindo o Metro, a Carris, os STCP do Porto e a Transtejo – não «fazem parte do sector público» e por isso não estão abrangidos pelo pré-aviso de greve. Também a CP não é abrangida pela paralisação.

Ana Avoila, coordenadora da Frente Comum (afecta à CGTP), admite que há muita gente a acreditar que não haverá transportes. «Isso está a criar confusão. Tem havido muita gente a telefonar», disse ao SOL.

A luta dos funcionários públicos terá efeitos, porém, nas autarquias que dispõem de autocarros próprios.

«Em Coimbra, em Braga, em Aveiro e no Barreiro existem transportes abrangidos pela greve», avisa Bruno Cristo, do departamento de informação do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP).

Se os transportes ficam quase intocados pela greve, o mesmo não acontecerá com muitos serviços públicos, que na opinião dos sindicatos poderão mesmo encerrar.

«Os tribunais, hospitais e centros de saúde, atendimentos em câmaras municipais, repartições de finanças e escolas» serão particularmente afectados, diz Ana Avoila.

Os problemas na recolha de lixo darão o primeiro sinal do início da greve, já esta noite.

A dirigente sindical está convicta que a taxa de adesão será superior «em todos os sectores», comparando com a última greve da Função Pública, há um ano. A subida será maior, antecipa Ana Avoila, será «nos serviços centrais do Estado».

Os sindicatos farão o primeiro balanço da greve à meia-noite de hoje. Ao início da tarde de amanhã (15h30), os dirigentes da CGTP e da UGT farão uma conferência de imprensa conjunta.

manuel.a.magalhaes@sol.pt



terça-feira, novembro 27, 2007

Metro do Porto


... e um Dia de Festa no Metro

O Metro do Porto comemora o seu 5º Aniversário e são os clientes que estão de parabéns. Oficialmente inaugurado a 7 de Dezembro de 2002, o Sistema de Metro Ligeiro da Área Metropolitana do Porto, hoje com cinco linhas, cerca de 60 quilómetros de extensão e 69 estações em funcionamento, serve já perto de 5 milhões de pessoas/mês.
As comemorações do 5º Aniversário do Metro estão centradas na própria rede e são dirigidas a todos os públicos. Em parceria com instituições com quem mantém parcerias, o Metro preparou um vasto conjunto de eventos culturais e animações que vão marcar a Área Metropolitana do Porto a partir de 7 de Dezembro.

A Estação da Trindade expõe a mostra Metro de Prata, que reúne a colecção da Bienal da Prata e integra peças de autores como Albuquerque Mendes, Álvaro Siza Vieira, Ângelo de Sousa, Armando Alves, Eduardo Souto Moura, Jaume Plensa, José Pedro Croft. Julião Sarmento, Paulo Lobo e Pedro Cabrita Reis, entre outros. Todo o brilho da arte em prata está patente, de 7 de Dezembro a 7 de Janeiro, no mezanino inferior desta estação.
Também na Trindade, a partir das 10H00 de 7 de Dezembro, actua o Coro da Escola das Artes da Universidade Católica do Porto.
A Estação de S. Bento é cenário para a dança e palco para a música. No dia do 5º Aniversário do Metro, às 12H00, a coreografa Né Barros executa a Performance #8 e, para as 19H00, está progra
mado o Concerto da Banda Sinfónica Portuguesa.
Durante todo o dia, a Estação dos Aliados apresenta Curtas Metragens do Festival Black & White da Universidade Católica.
Ainda na Linha Amarela e às 18H30, a música chega à Estação do Marquês. Trata-se de um Concerto de Música Sacra pelo grupo Anima Mea. Esta linha, em toda a sua extensão e em todos os períodos horários, desde Vila Nova de Gaia ao Hospital de S. João, conta com a animação do grupo Batucada Radical.
A Estação do Bolhão, às 18H00, transforma-se em sala de teatro. Entra em cena a Companhia Visões Úteis para interpretar a peça «O Saxofonista».
Mais tarde, às 19H00, o mezanino poente da Estação Casa da Música recebe o Concerto da Big Band.

As comemorações do 5º Aniversário não se restringem ao Porto nem às estações subterrâneas do Metro. A animação estende-se às estações da Póvoa de Varzim, de Vila de Conde, do Fórum Maia e da Câmara de Matosinhos, com actuações de Circo de Rua.
Voltando ao Porto e em colaboração com a Faculdade de Belas Artes, o Metro expõe instalações de alunos nas estações do Bolhão, do Campo 24 de Agosto, da Trindade, de Faria Guimarães e do Estádio do Dragão.
Ao fim de 5 anos de Vida em Movimento, o Metro do Porto oferece um dia de festa.

Visitas Guiadas à Casa da Música para clientes Gold
Entretanto, até ao final de Dezembro, o Metro do Porto oferece a todos os clientes portadores de assinaturas Andante Gold a possibilidade de efectuarem uma visita guiada ao edifício da Casa da Música. Para tal, basta comparecer na Casa da Música, aos domingos, às 10H30 ou às 15H00, e apresentar o Andante Gold na recepção. E, depois, partir à descoberta de todos os cantos da Casa da Música.

Metro do Porto, 22 de Novembro

quinta-feira, novembro 15, 2007

Linha de Gondomar em marcha

Metro do Porto

Aprovado concurso de construção

O Conselho de Administração da Metro do Porto, SA aprovou na sua reunião de hoje, 24 de Outubro, o lançamento do concurso público para a construção da Linha de Gondomar, no troço Estádio do Dragão – Venda Nova.

O anúncio do lançamento do concurso será agora publicado em Diário da República e no Jornal Oficial das Comunidades, momento a partir do qual decorre o prazo de 88 dias para apresentação de propostas.

O concurso para a construção da Linha de Gondomar, com cerca de 6,5 quilómetros de extensão (dos quais, aproximadamente 1 quilómetro em túnel) e 10 estações previstas, tem um valor de 95 milhões de euros e um prazo de referência para execução de 620 dias.

Metro do Porto, 24 de Outubro

sexta-feira, novembro 02, 2007

Metro bate recorde de clientes transportados

TSF


O Metro do Porto anunciou, esta quinta-feira, que alcançou em Outubro um novo recorde absoluto de clientes transportados, registando quase cinco milhões de validações no total do mês e 194 mil viagens por dia útil.

( 18:57 / 01 de Novembro 07 )


Em comunicado, o Metro do Porto salienta que «os valores obtidos em Outubro de 2007 ultrapassam largamente os anteriores máximos, relativos a Maio deste ano (4.723.962 validações totais e 177.136 validações/dia útil)».

Os máximos de Outubro representam um crescimento superior a 20 por cento relativamente a Setembro, tendo segunda-feira, dia do jogo de futebol FC Porto-Leixões, sido superada pela segunda vez a fasquia das 200 mil validações/dia (208.922).

O recorde de validações num só dia (237.683) continua a pertencer a 08 de Maio deste ano, dia do cortejo da Queima das Fitas do Porto.

«Os números globais acumulados entre Janeiro e Outubro de 2007 ultrapassam já o total de validações registadas nos 12 meses de 2006 (40.808.819 na contagem parcial deste ano contra 38.637.488 no conjunto do ano passado)», realça a empresa.

Desde o início da exploração comercial, em 01 de Janeiro de 2003, o Metro do Porto já registou mais de 113 milhões de validações do título de transporte Andante.

terça-feira, outubro 30, 2007

Linha de Gondomar foi aprovada

O Primeiro de Janeiro


Com mais de seis quilómetros de extensão, a Linha de Gondomar foi aprovada pelo Conselho de Administração da Metro do Porto. Próxima paragem “Venda Nova”. A construção, que incluirá dez estações e se prevê altamente rentável, custará cerca de 95 milhões de euros.

O Conselho de Administração da Metro do Porto, SA aprovou o lançamento do concurso público para a construção da Linha de Gondomar, no troço Estádio do Dragão - Venda Nova, disse ontem à Lusa fonte da administração da empresa.
A Linha de Gondomar terá cerca de 6,5 quilómetros de extensão (dos quais aproximadamente um quilómetro em túnel).
Neste troço está prevista a construção de dez estações.

Cerca de cem milhões
O concurso para a construção tem um valor de 95 milhões de euros e um prazo de referência para execução de 620 dias (20 meses). O anúncio do lançamento do concurso será agora publicado em Diário da República e no Jornal Oficial das Comunidades.
O prazo para apresentação das propostas é de 88 dias, que passam a decorrer a partir do dia de publicação naqueles dois boletins oficiais.
Esta é a primeira obra lançada pela Metro do Porto desde a conclusão da primeira fase de construção da rede. O anterior troço da rede do Metro do Porto, a Linha E (Violeta) do Metro do Porto, entre Pedras Rubras e o Aeroporto Sá Carneiro, foi inaugurada no dia 27 de Maio de 2006.

Primeira ligação directa aeroporto/Metro
Com esta linha, o Aeroporto Sá Carneiro tornou-se no primeiro aeroporto português a fazer uma ligação directa com uma rede ferroviária ligeira (o Metro) e com uma rede ferroviária pesada (as Estações da CP de Campanhã, de S.Bento e de General Torres, acessíveis através da rede do Metro).
Este facto representou uma inovação significativa mesmo à escala europeia já que na Península Ibérica apenas um outro aeroporto, o de Barajas (nos arredores de Madrid) tem acesso directo á rede de metro.
Pouco mais de dois meses antes, a 18 de Março de 2006, o Metro do Porto tinha sido inaugurado um dos mais longos troços da rede, a secção da Linha Vermelha do Metro do Porto, entre Pedras Rubras e a Póvoa de Varzim, numa extensão de 17,2 quilómetros.

quinta-feira, outubro 25, 2007

Lançamento do Concurso para a Linha de Gondomar

Newsletter Metro do Porto

2007/10/25


O Conselho de Administração da Metro do Porto, SA aprovou na sua reunião de hoje, 24 de Outubro, o lançamento do concurso público para a construção da Linha de Gondomar, no troço Estádio do Dragão – Venda Nova.

O anúncio do lançamento do concurso será agora publicado em Diário da República e no Jornal Oficial das Comunidades, momento a partir do qual decorre o prazo de 88 dias para apresentação de propostas.

O concurso para a construção da Linha de Gondomar, com cerca de 6,5 quilómetros de extensão (dos quais, aproximadamente 1 quilómetro em túnel) e 10 estações previstas, tem um valor de 95 milhões de euros e um prazo de referência para execução de 620 dias.

quarta-feira, setembro 12, 2007

Metro do Porto: Acidente causa problemas

Correio da Manhã
2007-09-04 - 13:08:00



Um acidente ocorrido no Metro do Porto causou, ao final da manhã desta terça-feira, problemas na circulação na linha violeta que faz a ligação entre o Estádio do Dragão e o aeroporto Francisco Sá Carneiro.


O acidente, ocorrido por voltas das 12h00, foi causado por um automobilista que não respeitou um sinal vermelho e atravessou uma rotunda junto à estação 'Botica', acabando por embater numa das composições do Metro.

A circulação passou a ser feita no local apenas numa via, em sistema de vaivém, sendo que os utentes foram também obrigados a fazer um transbordo na estação 'Verdes'. A circulação foi normalizada cerca das 12h50.